23 de fevereiro de 2017

Primark

Estava a pensar que título dar a esta publicação. Não queria usar o nome de uma marca (até porque não lucro nada com isso), mas é praticamente desta loja que vos queria falar, por isso não vou em rodeios e vamos lá analisar a Primark.
Ontem, no meu Instagram, publiquei duas fotos com uma calças que comprei na Primark. O motivo foi o valor que paguei por elas. 1 EURO (UM!!!!!). Se visse aquelas calças com o seu preço normal (que também não é nada de espetacular...14€) ou noutra loja de "gama superior", talvez não as trouxesse comigo, mas quando vi 2€ marcados na etiqueta apenas procurei o meu número, experimentei e comprei. Foi a loucura quando a senhora da caixa de pagamento passou o código de barras e apareceu no ecrã 1€!!!!!!! E sobre o que as marcas lucram com as peças quando elas entram em loja nem me vou alongar, pois isto dava pano para mangas.
Quando a Primark apareceu eu duvidei, e muito. Peças tão baratas e com modelos tão atuais seria de estranhar. Mas depois percebemos que as peças desta marca e de tantas outras vêm praticamente dos mesmos sítios. Vejo que marcas com peças mais caras também ganham borboto super rápido. Há excepções, claro. Há peças caras de outras lojas que têm bom corte, bons materiais, outro tipo de acabamentos. E esta qualidade também se paga. Mas acreditem que não é por ser caro que é bom. E às vezes as peças mais baratas fazem o mesmo efeito.
Eu fui passando na Primark, sempre de ar desconfiado. Fui comprando uma coisinha aqui e outra ali. Comecei a ver bloggers postar peças desta marca e decidi ir lá ver com os meus próprios olhos. E não é que algumas coisas valem mesmo a pena?! Não para tudo, mas para algumas coisas. Para os meus filhos costumo comprar os interiores (pijamas, cuecas, bodies) e algumas peças como pólos e vestidinhos básicos. Para a casa também costumam ter artigos de decoração super giros. Para mim compro meias, blusas básicas e vou vendo uma ou outra peça gira que acho que valem a pena. O meu marido é o único que ainda não consome desta loja, a não ser uma camisola que decidi comprar para ele experimentar e parece que está aprovada.
É certo que às vezes passo na loja e parece que não tem nada de jeito. Dada a dimensão, é preciso tempo, paciência e sorte.
Da última vez que lá fui, para além das calças de 1€, também trouxe calçado para os miúdos. Vamos experimentar, a ver se valem a pena. É a primeira vez que compro calçado para eles (já comprei uns botins para mim  e estão impecáveis, para além de confortáveis!!!). E quando chego a casa e vejo as peças que comprei parece que tive um dejá vu. Peças tão parecidas com outras que vejo noutras lojas, marcas e blogs. Ora vejam as imagens e digam se já não viram noutros sítios (se calhar as calças é mais difícil, mas na Mango há umas muiiiiito parecidas)!

Calças Primark - 1€
Sapatilhas Primark - 5€
Botas Primark - 6€



17 de fevereiro de 2017

Ser mãe também é...

...criar um filho cavalheiro. Um destes dias, ao sair de casa, o Vicente, de 4 anos (q-u-a-t-r-o a-n-o-s), segura na porta e diz "Passa mamã. Primeiro as senhoras". Ah ah ah ah.....muito me ri. E depois dei imensos beijos naquelas bochechas fofas :)

16 de fevereiro de 2017

Todos diferentes, todos iguais

Ensinar a dizer "obrigada", "se faz favor", "desculpe".....e outras palavras de boa educação, fazem parte daquilo que eu quero transmitir aos meus filhos. Mas a educação é muito mais que isso. Ensinar a ser generoso, honesto, a partilhar, a ajudar, a agradecer são outros princípios que eu lhes quero passar. Às vezes não é fácil, pois os miúdos não nascem ensinados e têm outra perspetiva das coisas.
O Vicente é um menino muito atento a tudo, muito sensível, super criativo e gosta de ajudar. Mas isto não acontece todos os dias, a toda a hora. Também tem os seus momentos de birra porque queria ir tomar banho mais tarde, fica triste porque queria ir andar de bicicleta à hora de jantar e não dá, quer ser o primeiro em tudo mesmo que faça a sua batota tão inocente, diz que vai dar brinquedos aos meninos que nada têm e depois diz que não pode porque gosta de brincar com todos....enfim, é um menino de bom coração mas ainda com muito para descobrir e aprender. Mas cada coisa a seu tempo.
Para lhe mostrar que o mundo tem muitas pessoas diferentes, mas que são igual a nós (ou seja, ensinar-lhe que somos todos iguais), usamos um boneco que lhe deram à nascença. O KicoNico, da Imaginarium. Este boneco não é perfeito (dá para perceber pelas orelhas, uma maior que a outra), mas é feliz e representa a bondade.
Ontem à noite, quando acabei de ler a história ao Vicente e ele pediu o KikoNico para o abraçar (e dormir com ele), disse-me: "Mamã, já viste que o KikoNico tem remendos e uma orelha maior que a outra? Ele é diferente, mas eu gosto muito dele. E também vou gostar das pessoas que são diferentes de mim.....vou gostar da senhora que tem o cabelo verde e do menino com um fato roxo..." (não faço a mínima ideia onde ele viu estas duas pessoas!!!!). E no meio deste raciocínio, eu sinto muito amor e carinho. Espero que ela veja sempre assim as pessoas, diferentes (mesmo que isso implique ter o cabelo verde), mas iguais.


KikoNico

10 de fevereiro de 2017

Para dormir

Descobri estes produtos através daquelas publicidades que vão aparecendo no Facebook. Se calhar já é de conhecimento geral, mas como achei a ideia muito prática decidi partilhar. 
O saco-cama com colchão parece-me ótimo para as férias, pois assim, em alguns casos, evitamos o pagamento de uma cama extra no hotel. É quase como se fosse uma cama de viagem, mas para os mais crescidos. No entanto, só dá para crianças até 130cm, que deve andar aí entre os 7 e os 9 anos.
E depois, para as camas dos miúdos, um sistema super fácil de abrir (e ainda mais espetacular) de fazer a cama. É só fechar com o zip.
Alguns estão em promoção ;)
O que acham? Já conheciam? Alguém usa?

Aproveito e testo se esta questão da Primetag (por cada clique na imagem recebo um valor - 0,10€) funciona mesmo (só há pouco tempo me informaram que as imagens pagas são as que estão no arquivo do site e não as que podemos carregar).

As corridas

Tantos anos a praticar deporto em ambiente de equipa e clube e agora que me vejo "sozinha" reconheço que é bastante mais complicado. Vão fazer 4 anos que decidi deixar os horários dos treinos e os fins de semanas com jogos. Ganhei muita coisa boa nos tempos em que o fazia, mas há momentos diferentes na vida e senti que já não fazia sentido. Inscrevi-me logo num ginásio para garantir que não ia deixar de me mexer. E percebi de imediato que também estava presa a horários de aulas e a um espaço que nada me dizia. Foi aí que decidi fazer tudo por mim própria. Sem grande s planos. Aquilo que mais se ajusta ao meu dia a dia são as corridas, aquela parte do treino que eu sempre detestei. Comecei devagar, devagarinho. O objetivo é ir aumentando o tempo de corrida, depois os km que corro.
Agora com dois filhos parece que não há tempo para nada. Eu sei que há, que é uma questão de organização, mas o que é certo é que às vezes é difícil conseguir com que tudo se alinhe para os poucos minutos de corrida que faço. Já tentei vários horários e o que menos me perturba a rotina é bem cedo, pela fresca, antes de todos acordarem. Custa imenso de verão, por isso já imaginam de inverno. Ainda o fiz, mas o que é certo é que as temperaturas tão baixas que se registam em alguns dias desmotivam-me logo de qualquer saída mais precoce da cama. Algumas noites mais difíceis da Inês também arrasam qualquer tentativa de acordar cedo, pois à hora que devia estar a sair para correr é quando estou finalmente a adormecer para descansar uns minutos.
E tudo isto levou-me a pensar noutra alternativa, a hora de almoço. Tenho 90 minutos de intervalo para almoçar. Moro perto do trabalho. E lá experimentei. Não se pode pensar muito, pois acordar de manhã, vestir-me, maquilhar-me para depois ao almoço trocar a roupa pela de desporto, tomar banho (incluindo cabelo......bahhhh) e maquilhar-me outra vez (numa versão mais básica)....é meio caminho andado para desistir. O que é certo é que é perfeitamente possível. Basta não fugir ao horário, ter tudo preparado em casa para vestir, tomar banho e almoçar. Cheguei ao trabalho (acho que posso dizer) impecável. No meio disto tudo vejo duas vantagens: não deixar de correr e quebrar o dia de trabalho com o desporto.
Não sei se vou continuar a estratégia, pois por toda a logística que envolve custa-me mais do que acordar cedo, mas enquanto os dias não ficam mais compridos e quentes, acho que é das poucas soluções que me restam.
E por aí, mulheres, mães, trabalhadoras, pessoas com pouco tempo para o exercício....como fazem?! Dicas?!

Imagem retirada do Pinterest


2 de fevereiro de 2017

Venda de Garagem

Nos inícios de janeiro, íamos os 4 no carro quando o Vicente diz "Mãe, ajudas-me a fazer uma venda de garagem?!". Antes de perguntar de onde ele tirou esta ideia, perguntei porque é que ele queria organizar um evento destes. E o miúdo sai-me com esta: "É para termos dinheiro suficiente para comprar uma casa com um telhado de vidro que dê para ver as estrelas"......eu nem sabia muito bem o que lhe dizer.....apenas perguntei como se organizava uma venda de garagem e se ele já tinha visto alguma. Viu no Ruca. E não é difícil, apenas bastava escolher uns brinquedos que ele já não queria e colocá-los em frente a casa para os vizinhos comprarem. Ahhh, e limonada!
E assim foi. Ele escolheu os brinquedos. O meu pai fez a limonada (ele é que é o perito!). Eu montei a bancada e lá ficámos em frente a casa à espera.....
A tarde até estava soalheira, mas quase ninguém passou por lá. Um ou outro vizinho achou piada, mas não entraram na "brincadeira". O miúdo ficou triste, quase a desmotivar (estas coisas também são boas para ele começar a gerir estas emoções de desilusão e saber motivar-se.....digo eu!). Eu estava lá para lhe dar toda a força do mundo, para lhe dizer que não podemos desistir à primeira. O tio comprou um carrinho para levar para outro menino, o avô pediu-lhe uma limonada e até a Inês lhe deu uma moeda para beber uma também. Depois veio a avó que viu as motas e carros que lhe tinha oferecido à venda e decidiu resgatá-los (entenda-se, comprá-los), antes que fosse tarde.
No final consguiu juntar 4,70€ e ficou imensamente contente com tantas moedas. Estão guardadas no mealheiro. E eu prometi-lhe uma outra venda de garagem ainda melhor :)




1 de fevereiro de 2017

Sneakers inspo

Há uns dias, no Instagram, trocava impressões sobre o uso de sapatilhas no trabalho. Quem não é obrigado a usar farda ou não tem um código de vestuário formal, pode muito bem aderir a esta moda (que não precisa ser moda) das sapatilhas para andar mais confortável. O bom de ser uma tendência, é que é possível ver imensos looks de inspiração, das mais variadas formas.
Sendo para ir trabalhar, e dependendo sempre das tarefas diárias e pessoas com as quais temos que contactar, as sapatilhas podem perfeitamente ajustar-se à nossa roupa. Às vezes um blazer, uma blusa mais fluída, umas calças de tecido são o suficiente para dar um ar sério e ao mesmo tempo descontraído.
Deixo alguns looks de inspiração com peças que ainda estão nas lojas online (pelo menos na altura da pesquisa). Umas da nova coleção e outras em saldos (basta clicarem em cima da peça e vão diretamente para a respetiva página). As Stan Smith foram as escolhidas para todos os modelitos.


 

 

 

 


As imagens de inspiração foram retiradas do Pinterest.