16 de janeiro de 2017

Ser mãe também é...

...passar uma noite quase em branco com o filho a vomitar e querer ficar com ele em casa a dar-lhe muitos miminhos. Mas, na realidade, ele foi para a escola, eu fui trabalhar. Ele até foi bem disposto para quem dormiu mal (mas se pudesse não ir.....agradecia). Eu fiquei com dores de cabeça e constantemente a pensar se ele estaria bem. 
Ser mãe é muito mais que levá-los ao parque e ficar orgulhosa pelos filhos maravilhosos que tem, é muito mais que ficar a admirá-los.
Ser mãe é uma forma de estar, de ser e de sentir!

ADENDA: à hora de almoço deste dia, fui buscar o miúdo à escola e tem estado em casa. Nada de grave, talvez uma virose que até nem se manifestou de forma intensa. Mas os mimos das avós e dos papás têm ajudado, e muito, na recuperação :)

13 de janeiro de 2017

Futilidades

Eu não estou a precisar de mais calçado (digo isto a mim mesma vezes sem conta para não comprar mais do que aquilo que preciso), eu estou a tentar desligar-me dos saldos (e estou a conseguir, basta não ir ao shopping), mas vi estes botins online e apaixonei-me. Ainda bem que não tem o meu número disponível. Ainda bem!

Botins Cortefiel

6 de janeiro de 2017

A magia de Natal

Hoje é Dia de Reis e dou por terminada esta época natalícia. Aliás, ontem já desmontámos a árvore. Ficou tudo arrumadinho. Este ano o Vicente questionou a existência do Pai Natal. Já!?
Ele entrou completamente no espírito desta época. Pediu para escrever a carta ao Pai Natal (a meio de novembro), delirou com a montagem da árvore, cantarolou músicas de Natal, pedia para enfiar o gorro e andava assim por casa e, pela primeira vez, disse que não nos podíamos esquecer de deixar leite branco (que o Pai Natal não gosta de Nesquik) e bolachinhas na entrada.
A véspera de Natal chegou. Colocámos tudo como ele pediu para que não faltasse nada ao senhor de barbas brancas. Sem se aperceber, deixámos os presentes na entrada e..... (o meu marido teve a ideia de colocar no telemóvel o sons dos sinos, para simular a chegada do trenó).......o Pai Natal chegou. O miúdo corre o mais que pode para debaixo da mesa. "Tenho medo, mamã". Depois do Pai Natal dizer "OH OH OH" e ter ido embora, ele lá consegue sair do seu esconderijo e fica pasmado com tantas prendas (que eram para toda a família, claro). Depois de abrir as dele e as da irmã (que assim que recebeu a primeira prenda - um carrinho bengala mini com uma boneca - andou a passear pela casa e não quis saber de mais nada), lembrou-se do leite e das bolachas. Foi ver. Só tinha restado um fundinho na caneca e uma meia bolacha....."Ele comeu, mamã, ele comeu....".
Dia 25, todos na almoçarada de família e o meu filho diz: "O Pai Natal não existe. Eu sei. São os pais e as mães das famílias".
Continuo a dizer que ele está enganado. Continuo a não querer estragar esta magia, que também acaba por fazer parte do Natal.

5 de janeiro de 2017

Saldos

Entrámos na época de saldos e os shoppings estão o caos. Tive que lá ir duas vezes e era roupa espalhada no chão, filas enormes e muita gente a circular. Eu apostei bastante no Black Friday para comprar o que estava mais em falta para os miúdos e uma ou outra peça mais cara que queria mesmo  para mim e que já andava a namorar há uns tempos. Para os saldos ficou pouca coisa, sobretudo porque não tenho ido ao shopping (e assim evito andar a comprar coisas só porque está barato). Aproveitei a facilidade de encomendar via online, comprei umas peças que me escaparam em novembro e não tive que andar na confusão. Nestas alturas também costumo dar uma olhadela aos outlets que estão disponíveis online, pois sobre o preço de promoção há peças que estão ainda mais baratas e que não passam de moda (Mango Outlet, Outlet da Lanidor são dois exemplos). A Zara Home também é das marcas onde gosto de perder a cabeça nesta altura, mas por enquanto não estou a precisar de nada (precisar....preciso sempre, mas não é nada imprescindível).

Ficam aqui umas sugestões, de quem ainda não teve tempo e paciência para ver o que há online e em loja. O importante é encontrar aquilo com o qual nos identificamos e peças que realmente vão ter uso. Da minha parte, comprar por comprar já está fora de questão!

Macacão camiseiro Pull&Bear (15.99€)
Casaco franjas Mango Outlet (12.99€)
Mala cruzada rosa Mango Outlet (8.99€)
Colete branco Mango Oulet (9.99€)
Mala preta Mango Outlet (19.99€)
Sandálias pompons Zara (39.99€)
Vestido florido Mango Outlet (29.99€)
Poncho azul Lanidor Outlet (29.95€)
Sobretudo Stradivarius (29.99€)

About gifts

Quer eu queira ou não, os presentes fazem parte do Natal. Tento relativizar a sua importância, digo aos miúdos que o espírito e magia de Natal são bem mais do que brinquedos, mas é tarefa quase impossível, sobretudo em idades tão pequenas. No entanto, não deixo de incentivá-los à partilha e ajuda do próximo (durante todo o ano), pois a longo prazo tenho esperança que esta posição dê frutos.
Se para as crianças é assim, para os adultos a prespetiva é bem diferente. Claro que aos familiares mais próximos, como marido (ainda com o presente em falta....UPS!), pais e irmãos, ofereço sempre uma lembrança, como sinal de que não me esqueci deles (apesar deles não precisarem de um presente para serem lembrados). É um gesto de carinho e na véspera de Natal sabe sempre bem um presentinho, é certo! O que acaba sempre por me dar mais trabalho são os presentes para os amigos. Sim, leram bem, trabalho. É cansativo andar à procura de uma lembrança só porque sim. Só porque é "usual" oferecer qualquer coisinha nesta época, só porque também me oferecem e eu me sinto na obrigação de retribuir. Isto foi o que pensei em anos. 
Mas este ano decidi mudar a minha visão de amizade no que diz respeito ao Natal e aos presentes. Este ano decidi escrever um postal aos meus amigos a dizer o quanto gosto deles. Eu quero que eles saibam que são importantes para mim, que gosto de os ter como amigos, que já errei com alguns e sinto-me em falta por isso, que são pessoas fantásticas, cheias de força e que aprendo sempre imenso com eles. Coloquei uma ou duas fotos dentro do envelope e os CTT fizeram o resto. 
E o melhor presente que tenho recebido deles são as palavras que me têm enviado após receberem o postal. São palavras que me enchem ainda mais o coração, que solidificam ainda mais a nossa amizade e que me deixam muito, muito feliz!
Este post já vem um bocadinho tarde, mas se o tivesse escrito antes do Natal estragava toda a surpresa para os amigos que receberam o postal e lêem o meu blog. No entanto, queria deixar aqui esta ideia de presente para aqueles que vos são mais queridos. Acreditem que não deve haver ninguém (ou uma percentagem muito baixa!) que não goste de receber!

4 de janeiro de 2017

Ainda as férias de Natal

As nossas férias de Natal tiveram de tudo um pouco. Estar com os miúdos praticamente 24h/24h tem tanto de desgastante como reconfortante. Nem eles, nem nós gostamos de estar muito tempo fechados em casa, pelo que tentámos arranjar vários programas ao ar livre. Tivemos a sorte de sermos brindados com um sol maravilhoso. Não podíamos mesmo deixar de aproveitar.
Lanchámos na praia, com um "calorzinho" de inverno muito bom. O Vicente já andava a pedir há uns dias para ir brincar na areia e lá fomos nós ver o mar. A Inês esteve bastante entretida a passear na areia e a cobrir-se de areia também. Sempre que vou à beira-mar consigo sair de lá com mais energia (e que bem que é precisa para aguentar os meus miúdos).
Fizemos um almoço/piquenique no parque, onde apanhámos flores, jogámos à bola, vimos os patinhos, a Inês andou a passear a sua bebé e o Vicente a fazer as suas corridas. O Vicente adora comer ao ar livre, tanto tanto.....que assim que chegámos e pousamos as coisas ele já está a pedir para almoçar. É incrível como antes demorávamos 5/10 minutos a chegar a um spot com relva e sombra e agora (a escolher um local não muito longe do estacionamento), são no mínimo 30 minutos!!!!!!!
Ir ao parque também é sempre uma opção. Andar de bicicleta, baloiços, escorrega e, nesta época, o carrossel. Foi a estreia da Inês (tão pequenina ainda) e adorou!
E se acham que isto tudo é altamente relaxante estão muito enganados. Tralha e mais tralha. Miúdos que também fazem birras. Entra no carro, carrega o carro, sai do carro, descarrega o carro. Preparar almoços e lanches e tentar não esquecer nada.........acreditem que também há uma boa dose de cansaço e (um bocadinho) de desespero em alguns momentos. E por isso, reservámos uma manhã ou tarde para um programa destes e na outra parte do dia simplesmente ficávamos por casa ou vagueámos pelo nosso bairro. Falámos com os vizinhos, brincámos às escondidas e a certa altura olho para o lado e vejo o meu marido com carrinho de bonecas na mão, eu de carro telecomandado e os miúdos a olhar para um mural pintado com o fundo do mar.....
Uma coisa é certa, fora o cansaço e a trabalheira que às vezes dá sair de casa, os miúdos andavam contentes e livres, a aproveitar a natureza e, mais importante, tempo de qualidade com os pais.



2 de janeiro de 2017

Quando um filho não tem um "dia bom"

O primeiro dia do ano foi passado em família e o Vicente não cabe em tanta alegria quando vê toda a gente reunida à volta da mesa. De tarde aproveitámos para ir ao parque. Escorrega, bicicleta, carrossel.....só faltava mesmo o amiguinho de longa data, que não pode aparecer. Depois ainda me pediu um croquete da sua confeitaria preferida, para dar energia, mas estava tudo fechado. Para levantar os ânimos fomos até ao carrosel. Delírio, como sempre. E ainda tentámos agarrar um peluche naquelas máquinas (fraudulentas) que têm uma pinça metálica que nunca agarra nada. Viemos de bolsos a abanar.
Depois de tudo isto, o Vicente olha para mim e diz: "Mãe, hoje foi o dia mais estúpido de sempre"...assim, tal e qual.