21 de julho de 2017

Styling

Eu já sou fã n.º 1 de fatos de banho. Dou por mim a escolher sempre um fato de banho quando vou para a praia. Ou então, a procurar fatos de banho para comprar. Mas depois, no final do verão, confesso que não gosto de ver a minha barriguinha super hiper mega branca!!!!
Hoje em dia, há imensa oferta de biquinis e os que eu mais gosto estão naquelas marcas portuguesas que imensas bloggers exibem com muito orgulho. Não julgando a qualidade e o valor que esses biquinis têm, eu não consigo gastar muito neste tipo de peças. Assim sendo, tento procurar biquinis com algum apontamento que faça a diferença. Não é fácil, mas tenho reparado que há cada vez mais marcas a variar nos modelos. Não consegui imagens de todos os que realmente adoro, mas deixo aqui alguns biquinis com um "bocadinho mais" que o tradicional.


20 de julho de 2017

A consulta dos 2 anos e a miúda ainda chora

Eu sei que não devemos comparar irmãos e eu esforço-me ao máximo para não o fazer, sobretudo em frente a eles. Mas em algumas coisas é quase inevitável não comentar com o meu marido um ou outro aspeto em que o Vicente, com a idade da Inês, era bem diferente (não tendo necessariamente que ser melhor ou pior).
Relativamente às visitas ao pediatra, o Vicente deixou de chorar precisamente na consulta dos 2 anos. Que alívio, só de saber que já não íamos ter consultas com berrarias e caras vermelhas de tanto chorar.
A Inês é uma bem disposta, sempre pronta para o forrobodó, mas assim que ouvimos a nossa chamada para entrar, começou em prantos. Entrou no consultório a chorar, foi examinada a chorar......só parou com a sua veia melodramática quando já estávamos nas despedidas. Nesse momento, sentou-se na cadeira e começou a sua conversa com o pediatra. Já podíamos ficar ali horas, que ela não se importava.
Lágrimas e ranho à parte, está tudo ótimo. Está com um bom desenvolvimento, a fala vai-se percebendo mas não há razão para preocupações, cresceu imenso......como disse, e bem, o pediatra: "Tirando o mau feitio, está ótima".....ahahahahahah

E desta nossa visita ao pediatra, ficaram apenas registadas as fotos que o Vicente andou a tirar com o meu telemóvel!!!!!!!!!!!!!!!!!


18 de julho de 2017

Styling

Comprei estas calças vermelhas na Zara a um mega preço. São super frescas e leves e o propósito é usá-las ao fim de semana, naqueles programas mais caseiros e descontraídos. Mas agora estou um bocadinho indecisa com o que usar para cima. T-shirt? Camisa? Comprida? Curta?........vou esperar pelo próximo fim de semana para testar algumas hipóteses.....depois mostro no instagram ;)


17 de julho de 2017

Fins de semana de cansaço bom

Adoro estes fins de semana. Acabam comigo completamente KO, mas é um cansaço de algo que adorámos fazer. Normalmente, são fins de semana sem grandes programas planeados, em que andamos ao sabor do tempo, da paciência e do que é possível fazer. Com os miúdos há sempre mais exigência, mas é perfeitamente possível gozar dois dias a fazer coisas que gostamos e a ter algum descanso (esta parte é um pouco relativa....ehehehe).
Sábado apanhámos uma tarde de praia espetacular. Para podermos aproveitar ao máximo sem comprometer a rotina dos miúdos (menos exigente agora, mas sem descurar para não haver contratempos), aproveitámos a sesta da Inês para deixar o jantar bastante adiantado. Depois de umas horas bem passadas entre água e areia, foi só chegar a casa, tomar banho e, em 5 minutos, preparar o que faltava.
Já no domingo preferimos ficar por casa. Finalmente enchemos a piscina. Os miúdos adoram, claro! Eu e o meu marido decidimos preparar um lanche mais caprichado para nós e passámos mais um par de horas a saborear este fim de semana tão bom.
São coisas simples, sem grandes organizações, mas que nos deixam preparados para mais 5 dias de trabalho :) E já só começamos a querer pensar no próximo fim de semana....





15 de julho de 2017

Uma semana dedicada ao desporto

Como já vem sendo habitual, este ano juntei-me mais uma vez à minha equipa de andebol para uma semana de torneio. Apesar de nos intitularmos de veteranas (porque na verdade, se jogássemos em seniores levávamos uma abada de - quase - todas as equipas), somos ainda jovens, muito jovens. Mas já sabem que nisto do desporto de equipa, com 35 e 40 anos já parece que somos umas velhotas. 
Durante a semana passada, jogámos todos os dias. Tirando um dos jogos às 00:30, estávamos em campo às 21:00, o que para quem tem filhos e no dia seguinte trabalho, é uma hora que nem em má de todo. Com os dias a passar e os jogos a acumularem-se nas pernas, queixas de dores musculares não faltavam. Nódoas negras também já sabemos que aparecerem sempre, e quando damos conta, uma já não pode jogar mais porque o joelho não deixa, outra tem que ir ao fisioterapeuta a ver se não fica pior, havia ainda quem precisasse de spray para aguentar a dor. E é por isto que adoro esta equipa. Mesmo com dores, com muito cansaço e sabe-se lá onde arranjámos forças, estamos sempre ali, unidas, a dar tudo, com paixão e muito suor. Também nos divertimos imenso, que já não temos idade para pensar só na pressão dos jogos.
No final, o resultado: medalha de ouro, muitas histórias, muitos sorriso, muitas emoções. 
O mais importante desta semana foi perceber que se quisermos conseguimos conciliar a nossa vida profissional, familiar e desportiva. Claro que este tipo de situações só acontece uma vez por ano, mas aquele espírito que se vive dentro e fora de campo é impagável e muito necessário nestes dias em que só vivemos de rotinas e correrias.


14 de julho de 2017

2 anos de Inês

Ando mesmo atrasada com os posts, mas passo fases em que não me apetece escrever. Quem me segue no instagram consegue andar mais atualizado!
Faz uma semana que a Inês completou 2 anos. Esta miúda veio-nos ensinar que não há dois filhos iguais, não mesmo!!!! O que ela tem de fofa (e acreditem que é muito), tem de traquina (já estão a fazer o nível de traquinice). Tem uma boa relação com o irmão. Tanto gosta de o abraçar, como de lhe tirar os brinquedos (acha que tudo é dela....."é meu, é meu"). Fala imenso, mas, com sorte, percebemos metade do que diz. Percebe tudo, tudinho, na perfeição. Faz um berreiro se as coisas não são como quer (vai berrar muito!!!). Dá muitos beijinhos e abraços e tem um sorriso contagiante. É assim , mais coisa menos coisa, a minha Inês.
No dia de anos, eu e o meu marido tirámos o dia de férias e passámos o dia a 4. Com direito a bolo e balão do Panda, a perdição da menina dos anos. E depois no fim de semana organizamos um pequeníssimo lanche com a família. Ando sem paciência para grandes festas. Talvez seja o cansaço a acusar e a necessidade de férias, que ainda estão longe!
Mas o importante é estarmos sempre juntos e celebrarmos o que de melhor a vida nos dá.


O bolo do dia de anos


O bolo da festa de anos


13 de julho de 2017

Mais um ano que acabou

Este post já vem um bocadinho atrasado. O Vicente já está de férias há duas semanas. Este ano foi de mudança para ele e posso dizer que correu muito bem. O meu miúdo frágil e tímido está a crescer. Sempre tive os melhores feedbacks da educadora e por isso fico imensamente orgulhosa. Muito responsável e educado. Afável e super curioso com tudo o que o rodeia. Para além destas características que tão bem conheço nele e que a educadora também registou ao longo de todos estes meses, foi muito bom vê-lo ir para a escola contente e sair de lá sempre com imensas histórias para contar. É um verdadeiro fala-barato.
Para o ano ainda continua no pré-escolar. Felizmente a educadora vai continuar com a mesma sala e isso também me deixa feliz. Para além de assim não haver mais uma mudança, noto que é uma pessoa que faz aquilo que gosta e isto também me dá outra segurança. 
Trouxemos todos os desenhos e trabalhos que o Vicente fez e ele adorou poder mostrar tudo aquilo que imaginou e colocou em papel.
Agora ando a tentar dar-lhe umas férias 'multidisciplinares', que é o mesmo que dizer que uns dias está com uma avó, outros dias com outra e ainda uma semana só com o avô para ele. Bem tento arranjar atividades, porque sei que ele adora explorar, porque 3 meses é muito tempo para só estar com os avós e porque também é bom ele se ambientar a outros contextos. Mas isto dá assunto para outro post.


12 de julho de 2017

Styling

Já é verão. O bom tempo já anda por aí. E muitas pessoas já foram/estão de férias.
Para mim, férias são sinónimo de praia. Não que faça 3 meses de pé na areia, mas pelo menos as férias grandes são por norma marcadas em sítios onde há praia. E nestes dias em que a rotina é passada maioritariamente no areal, gosto de vestir coisas práticas. Ultimamente tenho procurado fatos de banho e biquinis diferentes dos "normais", mas depois o resto é sempre o mesmo: chapéu de palha, havaianas e vestido simples e confortável.
Não há nada como descomplicar nestes dias e viver ao máximo!



 

20 de junho de 2017

Estes dias

Depois do flagelo que tem assombrado o nosso país tem sido difícil partilhar o que quer que seja nas redes sociais. A alegria de estar na praia com os meus filhos ou de me rir com mais uma gracinha deles parece uma afronta a quem viveu e ainda vive o drama dos incêndios, a quem perdeu tudo, a quem perdeu a vida....
Como é que se ultrapassa tantas imagens de sofrimento, de terror, tantos testemunhos de quem sobreviveu e de quem viu outros partirem e não voltar? Tantos rostos, tantos nomes..... Temos sido inundados com tudo isto em todo lado. É chocante!
Tenho adormecido atormentada com as imagens que vejo e com os pensamentos que devem passar por muitos de nós "e se fosse eu? e se fossem os meus filhos?". Parece que um vazio entrou em mim. Tornou a minha vida insignificante perante este cenário. Que impotência. Só nos resta ajudar quem sobreviveu, quem arrisca a sua vida a troco de nada. 
Aos poucos retomo a rotina normal, que no fundo nunca foi deixada, pois há filhos, família, trabalho e a vida tem mesmo que continuar.
Apesar do incêndio ter sido de origem natural, espero que de uma vez por todas alguém se preocupe com a nossa floresta. Mas que se preocupe a sério, de forma imparcial e tendo em conta que as pessoas estão em primeiro. 
Obrigada aos bombeiros. Obrigada mesmo. Pena só nos lembrarmos deles nestas situações. Mas eles estão todo o anos ao nosso serviço. Muitos deles em voluntariado. E quando se é voluntário faz-se de coração. Obrigada!


14 de junho de 2017

5 anos de Vicente

O Vicente fez 5 anos. Uma mão cheia, como lhe dizemos. Estava ansioso que chegasse o dia que até fez contagem decrescente. Pediu para ir ao parque, para fazer um piquenique, queria o nosso bolo de chocolate com a vela do Faísca (que usámos quando ele fez 2 anos) e muitos legos.
De manhã acordámos e quando chegou à sala tinha à sua espera uma bicicleta nova (de crescidos) com um mega balão do homem aranha a sobrevoá-la. Adorou! A bicicleta sem pedais em que ele anda já não é adequada para a idade e passámos ao nível seguinte. Na parte da manhã aproveitámos a praia, já que as temperaturas assim o pediam. E os miúdos nunca dizem que não!
E depois ainda soprou a vela do Faísca no parque, comemos o nosso bolo de chocolate e recebeu legos dos avós e de uma vizinha super querida, que de manhã soube que ele fazia anos e ao almoço tocou à campainha com um presente para ele (mais legos!!!!parece que adivinhava!!!!).
Foi um dia de passeio e de brincadeira. Mas agora ele continua ansioso......pela sua festa de anos, onde vai ter a família e alguns amigos para brincar. Ahhhh, e também quer receber muitos presentes!!!!!!! Legos!!!!!





6 de junho de 2017

Styling

No fim de semana passado comprei uma saia pela qual estou apaixonada (podem vê-la no meu instagram). Como não consigo deixar peças novas muito tempo com etiqueta, usei-a no domingo para um passeio a dois. É super fresca e confortável (mesmo com a ventania que estava no domingo não tive problemas com vôos inesperados) e dá para conjugar de diferentes maneiras. Para já usei de uma forma mais descontraída, mas já estou a pensar em trocar os acessórios e o calçado e dar-lhe outro toque.
A saia é da nova coleção da Zara, mas não a consigo encontrar no site. Fiz duas combinações com uma outra saia do género, que encontrei na Mango.
Acho que vamos ser muito amigas, sobretudo naqueles dias quentes de verão. E como eu sou branquelas, branquelas, a saia tapa-me quase toda a perna, pelo que dá para disfarçar um bocadinho o meu tom de lula (coisa mínima, ehehehe).


 

5 de junho de 2017

Tempo a dois

Desde que sou mãe, sempre defendi tempo a dois, sem filhos. Há uns meses que nos andávamos a esquecer destes momentos e agora, aos poucos, temos vindo a conquistá-los. Andamos de mês para mês, semana para semana a tentar marcar um fim de semana a dois. Ora por isto ou aquilo não o temos feito e então decidimos aproveitar alguns domingos para um almoço a dois e uma tarde de passeio. Não precisamos de ir longe. Aliás, costumamos ficar pelo Porto. A cidade tem crescido imenso e há sempre espaços novos a aparecer. 
Ontem, decidimos ir até Gaia e contemplar o Porto. Não me canso de olhar para aquele rio, as pontes, o casario. Apesar da ventania deu para aproveitar a vista, o sol e colocar muiiiita conversa em dia.




1 de junho de 2017

Styling

Adoro ver roupa, adoro comprar roupa, adoro conjugar peças.
Ao longo dos anos fui perdendo o meu espírito consumista e fiquei mais racional na hora de ir às compras. Comparar peças e preços têm-me ajudado a "comprar melhor". Também gosto da qualidade das peças, mas nem sempre as mais caras são as que vão durar mais ou ficar melhor. A minha regra é ver, comparar, experimentar. E depois, mediante o orçamento para esta parte das minhas despesas, vejo o que posso ou não adquirir. 

De vez em quando, uma ou outra amiga pede-me uma opinião e algumas sugestões para determinadas ocasiões e eu ADORO (ADORO, ADORO, ADORO!!!) construir vários looks, tendo em conta a sua personalidade e os seus gostos (isto ajuda muito). Não é de todo a minha área, nem sei se faço as escolhas mais acertadas. No entanto, na minha opinião, devemos vestir aquilo que nos assenta bem e que nos faz sentir bem, pois é meio caminho para arrasar. Atitude, é isto que eu acho que nos ajuda com os modelitos que usamos.

E como eu gosto muito de fazer conjuntos decidi que vou começar a publicar alguns looks que eu gosto, com peças que já vi e que estão na minha wishlist. Não sendo uma expert na área e sabendo que existem imennnnnnsos blogs que fazem este trabalho, se alguém quiser pedir opiniões também não me importo nada de as dar ;)



Não sei se conhecem este programa que utilizo, Primetag, mas passo a explicar. Já há imensas bloggers a utilizar, pois é possível ganhar dinheiro com ele. Como eu não estava a perceber como isto funcionava, questionei a equipa da Primetag. Deixo-vos aqui o que me responderam.
"Apenas os produtos que constam da nossa pesquisa conferem retorno [financeiro], porque são produtos disponibilizados pelas marcas diretamente e apenas esses estão dependentes das parcerias que temos estabelecidas. Quaisquer produtos adicionados manualmente não dependem do nosso controlo nem das nossas relações comerciais, logo não conferem retorno."
Segundo percebi, os artigos que conferem retorno andam à volta dos 0,10€ e 0,12€ por clique. E vai acumulando com os cliques que vai tendo. Quando é atingido o valor mínimo de 75€ é possível levantar o montante.

Como eu não vou ficar rica com isto (tenho 3,22€ das duas vezes que publiquei com este programa), adiciono os meus artigos manualmente (não tendo por isso nenhum retorno), pois assim quem vê a imagem pode clicar e ver todas as características das peças. Também consigo criar imagens mais bonitas do que aquelas que (de forma muito amadora) faço em word. 
Há uns tempos usei o Polyvore, que também é bom para estas coisas, mas não sei porquê está a dar-me erros com os artigos e então só vi esta solução (se tiverem conhecimento de outras aplicações podem dizer).

22 de maio de 2017

Summer is on

Ainda falta um bocadinho para o verão, ainda vai haver chuva, mas dias de calor são sempre bem-vindos e o melhor é aproveitar quando eles aparecem. Este fim de semana foi muito bem passado com os miúdos. Deu para comer porcarias (mas com vista para o mar, ok?), ir ver os rallys (programa para os homens da casa), aproveitar o nosso jardim e ainda dar um saltinho à praia para brincar na areia, apanhar sol (que a mim não pega por nada!!!!!!) e comer gelados.
Queremos mais dias assim :)


15 de maio de 2017

13 de maio de 2017

Ainda a tentar digerir todas as emoções deste fim de semana. Para mim, o ponto mais alto foi a visita do Papa. Este Papa tão próximo de nós, tão atento, tão simples. Acompanhei praticamente todos os momentos pela televisão e fiquei um pouco arrependida de não ter ido a Fátima. Houve momentos em que me arrepiei e emocionei com tudo o que ouvia e via. Nem quero imaginar se lá tivesse estado. Obrigada Papa Francisco por tudo aquilo que nos transmite.
E ainda com as emoções de Fátima ao rubro, fiquei colada ao ecrã para apoiar o Salvador, no Festival da Canção. Muita magia. Não só a música linda e tão singela, mas também a forma como via todas as pessoas a senti-la. A parte do "twelve points" foi delírio total em casa (mesmo já com os miúdos a dormir e o Vicente a ressonar ao nosso lado...eheheh).
No domingo quisemos um tempo a dois, que é tão preciso e andamos a descurar essa parte. Brunch, passeio pela cidade, descanso na relva e muita conversa (a maior parte dela sobre os nossos filhos queridos...ahahaha...impossível desligar a 100%).

Posso resumir este fim de semana de grandes emoções a uma só palavra: SIMPLICIDADE. Tão simples ser feliz e ao mesmo tempo parece que tão difícil alcançá-la. Vou levar este ensinamento dos últimos dias para o resto da vida. Ser simples. Aproveitar os momentos. Descomplicar. Viver.

8 de maio de 2017

Não é preciso muito para ser feliz

Todos os dias são dia das mães, porque não há segundo em que se possa desligar a 100% deste papel. O dia da Mãe vem apenas reforçar esta missão de amor que as mães têm nas suas mãos. Cada vez mais aprecio os momentos, e por isso este dia tinha que ser simples, com os meus filhos. 
Começámos com um acordar de beijinhos e as prendinhas dos miúdos. Como é engraçado perceber a forma como os nossos filhos nos vêem.
Depois saímos de casa para um belo pequeno almoço numa esplanada, pois não podíamos desperdiçar o maravilhoso dia de sol. Claro que uma mãe feliz passa muito por ver os filhos felizes, pelo que fomos com eles para o parque. Correram, subiram, desceram, viram os patinhos e a seguir almoço em família (que ao domingo já costuma ser rotina).
De tarde rumámos a um piquenique no parque. Para além do bom tempo, uma grande amiga fez anos (e também fez um bolo delicioso!) e tínhamos que comemorar. Mais brincadeira, mais corridas (mais um galo na cabeça da Inês!!!), mais flores para a mamã e muita felicidade estampada nos rostos dos miúdos.
Regressámos a casa completamente estourados. Todos, crianças e adultos. Banhos, jantar e cama. Deitar-me assim cansada e tão feliz faz de mim um mãe e uma filha muito agradecida.

Obrigada mãe por tudo o que me ensinas, por todo o apoio que nunca falta. 
Obrigada filhos por todo o carinho que me dão, mesmo quando fazem cara feia.

Não tenho muitas fotos, mas o dia ficou guardado no meu coração :)

21 de abril de 2017

Mini-férias no Algarve

Este ano decidimos fazer uma pausa nas férias da Páscoa e rumar em família até ao Algarve. Foram apenas 5 dias mas que valeram bem a pena.
Ao início estava um pouco de pé atrás. Com o Vicente não temos muitos stresses. Ele é obediente, calmo, já se entretém sozinho e é um bom conversador. Já com a Inês, as coisas não são más, mas também não costumam ser muito pacíficas. Faz birra quando as coisas não estão como quer, se tem sono fica mais irritada e tem mais horários rígidos que o irmão. Mas o problema não está do lado das crianças, mas sim do meu. Acho que as coisas têm que ser idílicas e demasiado perfeitas. Foi aqui que decidi que tinha que me obrigar a desligar todos os complicómetros da minha cabeça. E o que aconteceu? Houve alguns momentos de birra e teimosia, mas correu tudo muito melhor do que inicialmente eu esperava.
A viagem do Porto ao Algarve é sempre demorada. Com dois filhos.....ainda mais. Conseguimos gerir bem as horas, os sonos e as horas de petiscar alguma coisa (íamos petiscando em vez de fazer "o" almoço normal) e apenas com 3 paragens correu tudo super bem. À vinda o mesmo!
Assim que chegámos ao hotel, percebemos que só podíamos passar uns dias excelentes. Ficámos no Vidamar Resort Hotel Algarve, onde tem todas as comodidades para férias com crianças. Quartos grandes, staff simpático e sempre atencioso (desde a receção às funcionárias da limpeza), piscina para crianças e piscina de água quente, a praia logo em frente, um cantinho do bebé com tudo o que uma mãe precisa, kids club, sala de jogos, até o buffet de pequeno-almoço e jantar tinha sempre coisas pensadas para os mais pequenos......enfim, não seria pelo alojamento que as férias poderiam correr mal. 
Tivemos imensa sorte com o tempo. Temperaturas de verão (pelo menos para quem é do Norte...eheheh). E também ficámos hospedados nos dias menos movimentados, pois viemos na sexta-feira Santa, o dia em que o hotel devia estar com lotação esgotada.
Aproveitámos a praia e a piscina de água quente, que os miúdos adoraram. O Vicente é mais cuidadoso, mas a Inês um autêntico peixe, que só estava bem a atirar-se e a engolir pirolitos. E os nossos dias foram sempre assim, praia e piscina. Só ao almoço saímos do Hotel para almoçar (apostámos no Algarve Shopping - que fica a 10 minutos de carro - porque era o mais prático), pois achámos os preços dos restaurantes do Resort um bocado puxados para quem queria apenas petiscar. No regresso aproveitávamos para eles adormecerem e dormirem a sesta no quarto.
Voltámos mais frescos e com (algumas) energias recarregadas. Eu vim mais branca do que quando lá cheguei....eheheheh....mas comigo não há milagres! A Inês foi a única que ganhou um bocadinho de cor. Já o Vicente, branquelas como a mãe, ia sempre para a sombra porque não queria ficar moreno, dizia ele...ahahahah!
No final, estes dias só os quatro foram ótimos e só nos fazem bem. Mas agora já precisava de um fim de semana a dois, pode ser?!  :)




Melhor forma de fazer o caminho entre o hotel e a praia. Inês no carrinho bengala e Vicente de bicicleta. Ninguém reclamou que estava cansado!





30 de março de 2017

A rotina da noite

Os nossos finais de dia são sempre bem cheios. Há sempre imensas coisas para fazer e sinto que o tempo me corre pelas mãos. E, tal como o nome rotina indica, os finais de dia são sempre muito iguais. Assim que saio do trabalho, tenho como missão ir buscar o Vicente à escola. Quando dá para ele andar de bicicleta aproveitamos para passear perto de casa. Depois começa a preparação do jantar e uma ou outra arrumação rápida. Antes que o meu marido chegue com a Inês, dou banho ao Vicente e antes do jantar (que tento que comece às 19.30/19.45) há sempre uns minutos de brincadeira entre irmãos. Normalmente, o jantar é um momento silencioso, sorte a minha de ter dois bons garfos, mas também há umas traquinices pelo meio......Enquanto eu ou o meu marido deixamos a cozinha novamente apresentável, um de nós brinca com os miúdos, tentando sempre começar a reduzir barulhos e euforias. Subimos todos e começa a rotina de deitar. Para o Vicente, que já tomou banho, é lavar os dentes, fazer um jogo, ler uma história no quarto dos pais e depois....dormir. Para a Inês, lavar os dentes, um bom banho, vestir o pijama no quarto (já a meia luz), história e dormir. Como ainda dormem os dois no mesmo quarto, a Inês deita-se primeiro e só depois é que vai o Vicente.
E pronto, são 21.00 e a nossa casa está em silêncio absoluto. O Vicente agarrado ao seu Kiconico e a Inês agarrada ao seu 'penke" (panda). Adoro vê-los dormir e saber que estão bem. Eu aproveito e também me deito. Confesso que depois de um final de rotina mais relaxante, tudo o que menos me apetece é descer escadas e ir adiantar arrumações (como passar a ferro, por exemplo). Prefiro ficar pelo quarto a ler, a ver um pouco de tv e a percorrer as redes sociais. Acordo sempre mais cedo, o que me dá jeito para começar a preparar o dia e, não tão frequente como gostaria, ir dar umas corridas antes que todos acordem.
A rotina pode ser esgotante, mas eu acho que já não sei viver sem ela. Dá tranquilidade aos miúdos e nós já sabemos o que nos espera. E ao fim de semana ou em dias especiais, também nos desviamos um pouco ao habitual.


21 de março de 2017

Fim de semana a 4

No fim de semana que passou foi dia do meu aniversário e logo a seguir o dia do Pai. Como eram dois dias de comemorações, decidimos ir com os miúdos de viagem. Escolhemos a Serra da Estrela, antes que a neve derretesse. Reunimos os equipamentos da neve e lá fomos nós.
Andámos por várias cidades. Começámos em Aveiro para almoçar, Covilhã para lanchar e depois subimos à Torre. Mil e uma aventuras......primeiro para nos vestirmos todos no carro (basicamente era colocar calças e casacos da neve por cima da roupa que tínhamos), depois porque a Inês não foi muito à bola com a neve e ainda outros pequenos imprevistos que foram aparecendo. Lá montámos o boneco de neve e viemos embora. Dormimos no Fundão e no dia seguinte rumámos até à Guarda. Almoçámos e regressámos a casa. Muito exaustos, muito felizes.
Houve momentos mais cansativos, em que tudo parecia correr mal. A viagem também acaba por ser longa e os miúdos ficam um pouco impacientes. Mas lá fomos tentando contornar as coisas.
O telemóvel ficou desligado durante praticamente os dois dias, ou seria impossível aproveitar este tempo em família (felizmente, ainda recebo muitos telefonemas e sms's e não apenas publicações no facebook). Fomos munidos com cadernos e lápis para muitos desenhos, sobretudo na hora das refeições, em que temos que esperar que nos sirvam e há sempre mais momentos mortos (conseguir ter dois miúdos pequenos à mesa tanto tempo às vezes é dose).
O melhor do fim de semana foi ouvir o Vicente dizer: "Mamã, papá, este foi o dia mais feliz da minha vida!" e a Inês fazer-me festinhas numa das viagens, assim que eu disse que estava cansada e com dores de cabeça (parece que percebeu que eu estava mesmo a precisar de uma festinha). 
Não foi um fim de semana perfeito, mas tivemos tempo em família em doses elevadas e de qualidade, sem distrações e tarefas domésticas.


9 de março de 2017

Ser mãe também é...

...explicar ao Baby Boy para que serve a terapia da fala.
- "Mamã, a Mariana e o Rafael foram à terapia da fala. O que é isso?"
- "A terapia da fala é para ajudar os meninos a dizerem as palavras corretamente, para que as outras pessoas os compreendam."
- "Mas eu falo muito, mamã, porque é que também não vou?"-
- "Pois......tu falas pelos cotovelos........"
- "Eu sou o homem-falador....Vicente, o homem-falador" [risos]
- "Tens razão, aí está um bom nome para ti....." [risos]
- "Então [muito sério], porque é que eu não vou à terapia da fala?"

!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Fatos de banho na mira

Com este calor que decidiu aparecer já apetece pensar em verão e praia. Ainda falta, é certo, mas quando dermos conta já estamos a colocar o pé na areia. Eu, que preciso de renovar o meu stock de biquinis, já ando a dar uma olhadela ao que vai aparecendo, mas o que é certo é que só consigo ver fatos de banho à frente. Corro sérios riscos, pelo segundo ano consecutivo, de ficar com a barriga ainda mais branca!!!!!!!

Linha de cima - Shein / Women'secret / H&M
Linha de baixo - Primark / Women'secret / Primark

6 de março de 2017

A mãe perfeita

Mas afinal o que é ser perfeito?
Cada vez mais acho que este conceito não existe, sobretudo quando falamos de pessoas. Pode ser muito simpático, muito generoso, muito altruísta....mas ninguém é perfeito. E então no que toca à maternidade, esqueçam, não há perfeição possível. O que mais me custa ouvir é quando uma mãe critica a outra. Contra mim falo, que também não sou perfeita. Mas há palavras e frases que nos ferem. 
Há programas de amigos ou a dois em que eu não levo os meus filhos. Há festas de amigos (porque de família vão sempre comigo) em que opto por não levar a Inês, que ainda é mais pequena e tem os seus horários. E eu sei que a maior parte das pessoas não me compreende. Como é possível esta mãe deixar um dos filhos (ou os dois) no mimo dos avós, a fazer os seus horários, em vez de a meter no carro a fazer horas de viagem, ou a levá-la para restaurantes à hora da sesta ou a querer que ela esteja acordada até à meia-noite em casa de pessoas que não conhece?!?!?! Faço excepções? Faço! Mas para mim, excepção não é 1 ou 2 vezes por semana.....é só de vez em quando. 
Eu lá me vou habituando, a ver olhares de reprovação, a ouvir frases de alguma crítica.....mas o que até agora mais me custou ouvir, foi alguém dizer que por causa destas minhas opções, desta forma de eu ver a minha família, os meus filhos não fazem parte! Bolas, ouvir isto deixou-me mesmo triste, mais ainda porque foi dito por alguém de quem gosto muito. Eu posso falar frequentemente das desvantagens de ser mãe e de tudo o que engloba a maternidade, mas julgarem-me desta maneira deixou-me de rastos.Porque não há maior amor do que o de mãe. Para mim, não há!
E sim, eu vou continuar a ser imperfeita. Aliás, muito imperfeita.
Vou continuar a ir a festas sem os meus filhos. Vou querer ter momentos a dois (seja uma tarde ou um fim de semana....na loucura, uma semana). Vou deixar o Vicente invadir a minha cama a meio da noite. Vou deixar os meus filhos comerem porcarias (doseadas) ao fim de semana. Vou dar a última ronda aos dentes do Vicente e da Inês quando eles acabam de escová-los. Vou pegar na Inês ao colo sempre que ela chora e se encosta a mim. Vou deixar os meus filhos serem crianças e vou dar-lhes todo o meu amor (mesmo quando já não aguento ver legos e desenhos à frente).

Eu sou uma mãe imperfeita, mas se os meus filhos são felizes eu não me importo!


23 de fevereiro de 2017

Primark

Estava a pensar que título dar a esta publicação. Não queria usar o nome de uma marca (até porque não lucro nada com isso), mas é praticamente desta loja que vos queria falar, por isso não vou em rodeios e vamos lá analisar a Primark.
Ontem, no meu Instagram, publiquei duas fotos com uma calças que comprei na Primark. O motivo foi o valor que paguei por elas. 1 EURO (UM!!!!!). Se visse aquelas calças com o seu preço normal (que também não é nada de espetacular...14€) ou noutra loja de "gama superior", talvez não as trouxesse comigo, mas quando vi 2€ marcados na etiqueta apenas procurei o meu número, experimentei e comprei. Foi a loucura quando a senhora da caixa de pagamento passou o código de barras e apareceu no ecrã 1€!!!!!!! E sobre o que as marcas lucram com as peças quando elas entram em loja nem me vou alongar, pois isto dava pano para mangas.
Quando a Primark apareceu eu duvidei, e muito. Peças tão baratas e com modelos tão atuais seria de estranhar. Mas depois percebemos que as peças desta marca e de tantas outras vêm praticamente dos mesmos sítios. Vejo que marcas com peças mais caras também ganham borboto super rápido. Há excepções, claro. Há peças caras de outras lojas que têm bom corte, bons materiais, outro tipo de acabamentos. E esta qualidade também se paga. Mas acreditem que não é por ser caro que é bom. E às vezes as peças mais baratas fazem o mesmo efeito.
Eu fui passando na Primark, sempre de ar desconfiado. Fui comprando uma coisinha aqui e outra ali. Comecei a ver bloggers postar peças desta marca e decidi ir lá ver com os meus próprios olhos. E não é que algumas coisas valem mesmo a pena?! Não para tudo, mas para algumas coisas. Para os meus filhos costumo comprar os interiores (pijamas, cuecas, bodies) e algumas peças como pólos e vestidinhos básicos. Para a casa também costumam ter artigos de decoração super giros. Para mim compro meias, blusas básicas e vou vendo uma ou outra peça gira que acho que valem a pena. O meu marido é o único que ainda não consome desta loja, a não ser uma camisola que decidi comprar para ele experimentar e parece que está aprovada.
É certo que às vezes passo na loja e parece que não tem nada de jeito. Dada a dimensão, é preciso tempo, paciência e sorte.
Da última vez que lá fui, para além das calças de 1€, também trouxe calçado para os miúdos. Vamos experimentar, a ver se valem a pena. É a primeira vez que compro calçado para eles (já comprei uns botins para mim  e estão impecáveis, para além de confortáveis!!!). E quando chego a casa e vejo as peças que comprei parece que tive um dejá vu. Peças tão parecidas com outras que vejo noutras lojas, marcas e blogs. Ora vejam as imagens e digam se já não viram noutros sítios (se calhar as calças é mais difícil, mas na Mango há umas muiiiiito parecidas)!

Calças Primark - 1€
Sapatilhas Primark - 5€
Botas Primark - 6€



17 de fevereiro de 2017

Ser mãe também é...

...criar um filho cavalheiro. Um destes dias, ao sair de casa, o Vicente, de 4 anos (q-u-a-t-r-o a-n-o-s), segura na porta e diz "Passa mamã. Primeiro as senhoras". Ah ah ah ah.....muito me ri. E depois dei imensos beijos naquelas bochechas fofas :)

16 de fevereiro de 2017

Todos diferentes, todos iguais

Ensinar a dizer "obrigada", "se faz favor", "desculpe".....e outras palavras de boa educação, fazem parte daquilo que eu quero transmitir aos meus filhos. Mas a educação é muito mais que isso. Ensinar a ser generoso, honesto, a partilhar, a ajudar, a agradecer são outros princípios que eu lhes quero passar. Às vezes não é fácil, pois os miúdos não nascem ensinados e têm outra perspetiva das coisas.
O Vicente é um menino muito atento a tudo, muito sensível, super criativo e gosta de ajudar. Mas isto não acontece todos os dias, a toda a hora. Também tem os seus momentos de birra porque queria ir tomar banho mais tarde, fica triste porque queria ir andar de bicicleta à hora de jantar e não dá, quer ser o primeiro em tudo mesmo que faça a sua batota tão inocente, diz que vai dar brinquedos aos meninos que nada têm e depois diz que não pode porque gosta de brincar com todos....enfim, é um menino de bom coração mas ainda com muito para descobrir e aprender. Mas cada coisa a seu tempo.
Para lhe mostrar que o mundo tem muitas pessoas diferentes, mas que são igual a nós (ou seja, ensinar-lhe que somos todos iguais), usamos um boneco que lhe deram à nascença. O KicoNico, da Imaginarium. Este boneco não é perfeito (dá para perceber pelas orelhas, uma maior que a outra), mas é feliz e representa a bondade.
Ontem à noite, quando acabei de ler a história ao Vicente e ele pediu o KikoNico para o abraçar (e dormir com ele), disse-me: "Mamã, já viste que o KikoNico tem remendos e uma orelha maior que a outra? Ele é diferente, mas eu gosto muito dele. E também vou gostar das pessoas que são diferentes de mim.....vou gostar da senhora que tem o cabelo verde e do menino com um fato roxo..." (não faço a mínima ideia onde ele viu estas duas pessoas!!!!). E no meio deste raciocínio, eu sinto muito amor e carinho. Espero que ela veja sempre assim as pessoas, diferentes (mesmo que isso implique ter o cabelo verde), mas iguais.


KikoNico

10 de fevereiro de 2017

Para dormir

Descobri estes produtos através daquelas publicidades que vão aparecendo no Facebook. Se calhar já é de conhecimento geral, mas como achei a ideia muito prática decidi partilhar. 
O saco-cama com colchão parece-me ótimo para as férias, pois assim, em alguns casos, evitamos o pagamento de uma cama extra no hotel. É quase como se fosse uma cama de viagem, mas para os mais crescidos. No entanto, só dá para crianças até 130cm, que deve andar aí entre os 7 e os 9 anos.
E depois, para as camas dos miúdos, um sistema super fácil de abrir (e ainda mais espetacular) de fazer a cama. É só fechar com o zip.
Alguns estão em promoção ;)
O que acham? Já conheciam? Alguém usa?

Aproveito e testo se esta questão da Primetag (por cada clique na imagem recebo um valor - 0,10€) funciona mesmo (só há pouco tempo me informaram que as imagens pagas são as que estão no arquivo do site e não as que podemos carregar).

As corridas

Tantos anos a praticar deporto em ambiente de equipa e clube e agora que me vejo "sozinha" reconheço que é bastante mais complicado. Vão fazer 4 anos que decidi deixar os horários dos treinos e os fins de semanas com jogos. Ganhei muita coisa boa nos tempos em que o fazia, mas há momentos diferentes na vida e senti que já não fazia sentido. Inscrevi-me logo num ginásio para garantir que não ia deixar de me mexer. E percebi de imediato que também estava presa a horários de aulas e a um espaço que nada me dizia. Foi aí que decidi fazer tudo por mim própria. Sem grande s planos. Aquilo que mais se ajusta ao meu dia a dia são as corridas, aquela parte do treino que eu sempre detestei. Comecei devagar, devagarinho. O objetivo é ir aumentando o tempo de corrida, depois os km que corro.
Agora com dois filhos parece que não há tempo para nada. Eu sei que há, que é uma questão de organização, mas o que é certo é que às vezes é difícil conseguir com que tudo se alinhe para os poucos minutos de corrida que faço. Já tentei vários horários e o que menos me perturba a rotina é bem cedo, pela fresca, antes de todos acordarem. Custa imenso de verão, por isso já imaginam de inverno. Ainda o fiz, mas o que é certo é que as temperaturas tão baixas que se registam em alguns dias desmotivam-me logo de qualquer saída mais precoce da cama. Algumas noites mais difíceis da Inês também arrasam qualquer tentativa de acordar cedo, pois à hora que devia estar a sair para correr é quando estou finalmente a adormecer para descansar uns minutos.
E tudo isto levou-me a pensar noutra alternativa, a hora de almoço. Tenho 90 minutos de intervalo para almoçar. Moro perto do trabalho. E lá experimentei. Não se pode pensar muito, pois acordar de manhã, vestir-me, maquilhar-me para depois ao almoço trocar a roupa pela de desporto, tomar banho (incluindo cabelo......bahhhh) e maquilhar-me outra vez (numa versão mais básica)....é meio caminho andado para desistir. O que é certo é que é perfeitamente possível. Basta não fugir ao horário, ter tudo preparado em casa para vestir, tomar banho e almoçar. Cheguei ao trabalho (acho que posso dizer) impecável. No meio disto tudo vejo duas vantagens: não deixar de correr e quebrar o dia de trabalho com o desporto.
Não sei se vou continuar a estratégia, pois por toda a logística que envolve custa-me mais do que acordar cedo, mas enquanto os dias não ficam mais compridos e quentes, acho que é das poucas soluções que me restam.
E por aí, mulheres, mães, trabalhadoras, pessoas com pouco tempo para o exercício....como fazem?! Dicas?!

Imagem retirada do Pinterest


2 de fevereiro de 2017

Venda de Garagem

Nos inícios de janeiro, íamos os 4 no carro quando o Vicente diz "Mãe, ajudas-me a fazer uma venda de garagem?!". Antes de perguntar de onde ele tirou esta ideia, perguntei porque é que ele queria organizar um evento destes. E o miúdo sai-me com esta: "É para termos dinheiro suficiente para comprar uma casa com um telhado de vidro que dê para ver as estrelas"......eu nem sabia muito bem o que lhe dizer.....apenas perguntei como se organizava uma venda de garagem e se ele já tinha visto alguma. Viu no Ruca. E não é difícil, apenas bastava escolher uns brinquedos que ele já não queria e colocá-los em frente a casa para os vizinhos comprarem. Ahhh, e limonada!
E assim foi. Ele escolheu os brinquedos. O meu pai fez a limonada (ele é que é o perito!). Eu montei a bancada e lá ficámos em frente a casa à espera.....
A tarde até estava soalheira, mas quase ninguém passou por lá. Um ou outro vizinho achou piada, mas não entraram na "brincadeira". O miúdo ficou triste, quase a desmotivar (estas coisas também são boas para ele começar a gerir estas emoções de desilusão e saber motivar-se.....digo eu!). Eu estava lá para lhe dar toda a força do mundo, para lhe dizer que não podemos desistir à primeira. O tio comprou um carrinho para levar para outro menino, o avô pediu-lhe uma limonada e até a Inês lhe deu uma moeda para beber uma também. Depois veio a avó que viu as motas e carros que lhe tinha oferecido à venda e decidiu resgatá-los (entenda-se, comprá-los), antes que fosse tarde.
No final consguiu juntar 4,70€ e ficou imensamente contente com tantas moedas. Estão guardadas no mealheiro. E eu prometi-lhe uma outra venda de garagem ainda melhor :)




1 de fevereiro de 2017

Sneakers inspo

Há uns dias, no Instagram, trocava impressões sobre o uso de sapatilhas no trabalho. Quem não é obrigado a usar farda ou não tem um código de vestuário formal, pode muito bem aderir a esta moda (que não precisa ser moda) das sapatilhas para andar mais confortável. O bom de ser uma tendência, é que é possível ver imensos looks de inspiração, das mais variadas formas.
Sendo para ir trabalhar, e dependendo sempre das tarefas diárias e pessoas com as quais temos que contactar, as sapatilhas podem perfeitamente ajustar-se à nossa roupa. Às vezes um blazer, uma blusa mais fluída, umas calças de tecido são o suficiente para dar um ar sério e ao mesmo tempo descontraído.
Deixo alguns looks de inspiração com peças que ainda estão nas lojas online (pelo menos na altura da pesquisa). Umas da nova coleção e outras em saldos (basta clicarem em cima da peça e vão diretamente para a respetiva página). As Stan Smith foram as escolhidas para todos os modelitos.


 

 

 

 


As imagens de inspiração foram retiradas do Pinterest.

16 de janeiro de 2017

Ser mãe também é...

...passar uma noite quase em branco com o filho a vomitar e querer ficar com ele em casa a dar-lhe muitos miminhos. Mas, na realidade, ele foi para a escola, eu fui trabalhar. Ele até foi bem disposto para quem dormiu mal (mas se pudesse não ir.....agradecia). Eu fiquei com dores de cabeça e constantemente a pensar se ele estaria bem. 
Ser mãe é muito mais que levá-los ao parque e ficar orgulhosa pelos filhos maravilhosos que tem, é muito mais que ficar a admirá-los.
Ser mãe é uma forma de estar, de ser e de sentir!

ADENDA: à hora de almoço deste dia, fui buscar o miúdo à escola e tem estado em casa. Nada de grave, talvez uma virose que até nem se manifestou de forma intensa. Mas os mimos das avós e dos papás têm ajudado, e muito, na recuperação :)

13 de janeiro de 2017

Futilidades

Eu não estou a precisar de mais calçado (digo isto a mim mesma vezes sem conta para não comprar mais do que aquilo que preciso), eu estou a tentar desligar-me dos saldos (e estou a conseguir, basta não ir ao shopping), mas vi estes botins online e apaixonei-me. Ainda bem que não tem o meu número disponível. Ainda bem!

Botins Cortefiel

6 de janeiro de 2017

A magia de Natal

Hoje é Dia de Reis e dou por terminada esta época natalícia. Aliás, ontem já desmontámos a árvore. Ficou tudo arrumadinho. Este ano o Vicente questionou a existência do Pai Natal. Já!?
Ele entrou completamente no espírito desta época. Pediu para escrever a carta ao Pai Natal (a meio de novembro), delirou com a montagem da árvore, cantarolou músicas de Natal, pedia para enfiar o gorro e andava assim por casa e, pela primeira vez, disse que não nos podíamos esquecer de deixar leite branco (que o Pai Natal não gosta de Nesquik) e bolachinhas na entrada.
A véspera de Natal chegou. Colocámos tudo como ele pediu para que não faltasse nada ao senhor de barbas brancas. Sem se aperceber, deixámos os presentes na entrada e..... (o meu marido teve a ideia de colocar no telemóvel o sons dos sinos, para simular a chegada do trenó).......o Pai Natal chegou. O miúdo corre o mais que pode para debaixo da mesa. "Tenho medo, mamã". Depois do Pai Natal dizer "OH OH OH" e ter ido embora, ele lá consegue sair do seu esconderijo e fica pasmado com tantas prendas (que eram para toda a família, claro). Depois de abrir as dele e as da irmã (que assim que recebeu a primeira prenda - um carrinho bengala mini com uma boneca - andou a passear pela casa e não quis saber de mais nada), lembrou-se do leite e das bolachas. Foi ver. Só tinha restado um fundinho na caneca e uma meia bolacha....."Ele comeu, mamã, ele comeu....".
Dia 25, todos na almoçarada de família e o meu filho diz: "O Pai Natal não existe. Eu sei. São os pais e as mães das famílias".
Continuo a dizer que ele está enganado. Continuo a não querer estragar esta magia, que também acaba por fazer parte do Natal.

5 de janeiro de 2017

Saldos

Entrámos na época de saldos e os shoppings estão o caos. Tive que lá ir duas vezes e era roupa espalhada no chão, filas enormes e muita gente a circular. Eu apostei bastante no Black Friday para comprar o que estava mais em falta para os miúdos e uma ou outra peça mais cara que queria mesmo  para mim e que já andava a namorar há uns tempos. Para os saldos ficou pouca coisa, sobretudo porque não tenho ido ao shopping (e assim evito andar a comprar coisas só porque está barato). Aproveitei a facilidade de encomendar via online, comprei umas peças que me escaparam em novembro e não tive que andar na confusão. Nestas alturas também costumo dar uma olhadela aos outlets que estão disponíveis online, pois sobre o preço de promoção há peças que estão ainda mais baratas e que não passam de moda (Mango Outlet, Outlet da Lanidor são dois exemplos). A Zara Home também é das marcas onde gosto de perder a cabeça nesta altura, mas por enquanto não estou a precisar de nada (precisar....preciso sempre, mas não é nada imprescindível).

Ficam aqui umas sugestões, de quem ainda não teve tempo e paciência para ver o que há online e em loja. O importante é encontrar aquilo com o qual nos identificamos e peças que realmente vão ter uso. Da minha parte, comprar por comprar já está fora de questão!

Macacão camiseiro Pull&Bear (15.99€)
Casaco franjas Mango Outlet (12.99€)
Mala cruzada rosa Mango Outlet (8.99€)
Colete branco Mango Oulet (9.99€)
Mala preta Mango Outlet (19.99€)
Sandálias pompons Zara (39.99€)
Vestido florido Mango Outlet (29.99€)
Poncho azul Lanidor Outlet (29.95€)
Sobretudo Stradivarius (29.99€)

About gifts

Quer eu queira ou não, os presentes fazem parte do Natal. Tento relativizar a sua importância, digo aos miúdos que o espírito e magia de Natal são bem mais do que brinquedos, mas é tarefa quase impossível, sobretudo em idades tão pequenas. No entanto, não deixo de incentivá-los à partilha e ajuda do próximo (durante todo o ano), pois a longo prazo tenho esperança que esta posição dê frutos.
Se para as crianças é assim, para os adultos a prespetiva é bem diferente. Claro que aos familiares mais próximos, como marido (ainda com o presente em falta....UPS!), pais e irmãos, ofereço sempre uma lembrança, como sinal de que não me esqueci deles (apesar deles não precisarem de um presente para serem lembrados). É um gesto de carinho e na véspera de Natal sabe sempre bem um presentinho, é certo! O que acaba sempre por me dar mais trabalho são os presentes para os amigos. Sim, leram bem, trabalho. É cansativo andar à procura de uma lembrança só porque sim. Só porque é "usual" oferecer qualquer coisinha nesta época, só porque também me oferecem e eu me sinto na obrigação de retribuir. Isto foi o que pensei em anos. 
Mas este ano decidi mudar a minha visão de amizade no que diz respeito ao Natal e aos presentes. Este ano decidi escrever um postal aos meus amigos a dizer o quanto gosto deles. Eu quero que eles saibam que são importantes para mim, que gosto de os ter como amigos, que já errei com alguns e sinto-me em falta por isso, que são pessoas fantásticas, cheias de força e que aprendo sempre imenso com eles. Coloquei uma ou duas fotos dentro do envelope e os CTT fizeram o resto. 
E o melhor presente que tenho recebido deles são as palavras que me têm enviado após receberem o postal. São palavras que me enchem ainda mais o coração, que solidificam ainda mais a nossa amizade e que me deixam muito, muito feliz!
Este post já vem um bocadinho tarde, mas se o tivesse escrito antes do Natal estragava toda a surpresa para os amigos que receberam o postal e lêem o meu blog. No entanto, queria deixar aqui esta ideia de presente para aqueles que vos são mais queridos. Acreditem que não deve haver ninguém (ou uma percentagem muito baixa!) que não goste de receber!

4 de janeiro de 2017

Ainda as férias de Natal

As nossas férias de Natal tiveram de tudo um pouco. Estar com os miúdos praticamente 24h/24h tem tanto de desgastante como reconfortante. Nem eles, nem nós gostamos de estar muito tempo fechados em casa, pelo que tentámos arranjar vários programas ao ar livre. Tivemos a sorte de sermos brindados com um sol maravilhoso. Não podíamos mesmo deixar de aproveitar.
Lanchámos na praia, com um "calorzinho" de inverno muito bom. O Vicente já andava a pedir há uns dias para ir brincar na areia e lá fomos nós ver o mar. A Inês esteve bastante entretida a passear na areia e a cobrir-se de areia também. Sempre que vou à beira-mar consigo sair de lá com mais energia (e que bem que é precisa para aguentar os meus miúdos).
Fizemos um almoço/piquenique no parque, onde apanhámos flores, jogámos à bola, vimos os patinhos, a Inês andou a passear a sua bebé e o Vicente a fazer as suas corridas. O Vicente adora comer ao ar livre, tanto tanto.....que assim que chegámos e pousamos as coisas ele já está a pedir para almoçar. É incrível como antes demorávamos 5/10 minutos a chegar a um spot com relva e sombra e agora (a escolher um local não muito longe do estacionamento), são no mínimo 30 minutos!!!!!!!
Ir ao parque também é sempre uma opção. Andar de bicicleta, baloiços, escorrega e, nesta época, o carrossel. Foi a estreia da Inês (tão pequenina ainda) e adorou!
E se acham que isto tudo é altamente relaxante estão muito enganados. Tralha e mais tralha. Miúdos que também fazem birras. Entra no carro, carrega o carro, sai do carro, descarrega o carro. Preparar almoços e lanches e tentar não esquecer nada.........acreditem que também há uma boa dose de cansaço e (um bocadinho) de desespero em alguns momentos. E por isso, reservámos uma manhã ou tarde para um programa destes e na outra parte do dia simplesmente ficávamos por casa ou vagueámos pelo nosso bairro. Falámos com os vizinhos, brincámos às escondidas e a certa altura olho para o lado e vejo o meu marido com carrinho de bonecas na mão, eu de carro telecomandado e os miúdos a olhar para um mural pintado com o fundo do mar.....
Uma coisa é certa, fora o cansaço e a trabalheira que às vezes dá sair de casa, os miúdos andavam contentes e livres, a aproveitar a natureza e, mais importante, tempo de qualidade com os pais.



2 de janeiro de 2017

Quando um filho não tem um "dia bom"

O primeiro dia do ano foi passado em família e o Vicente não cabe em tanta alegria quando vê toda a gente reunida à volta da mesa. De tarde aproveitámos para ir ao parque. Escorrega, bicicleta, carrossel.....só faltava mesmo o amiguinho de longa data, que não pode aparecer. Depois ainda me pediu um croquete da sua confeitaria preferida, para dar energia, mas estava tudo fechado. Para levantar os ânimos fomos até ao carrosel. Delírio, como sempre. E ainda tentámos agarrar um peluche naquelas máquinas (fraudulentas) que têm uma pinça metálica que nunca agarra nada. Viemos de bolsos a abanar.
Depois de tudo isto, o Vicente olha para mim e diz: "Mãe, hoje foi o dia mais estúpido de sempre"...assim, tal e qual.