30 de dezembro de 2015

O melhor presente de Natal

O ano está quase a acabar e eu não queria deixar para depois a partilha deste presente tão especial. O calendário de advento recheado de atividades em família foi o melhor presente que podia ter dado ao Baby Boy. Ele recebeu os dois presentes que pediu ao Pai Natal e mais alguns (impossível dizer à família e amigos para não dar nada), mas sem dúvida que o tempo que lhe dedicámos todos os dias do advento foram muito mais enriquecedores para ele e para nós. Para o ano a maninha já deve participar e vai ser ainda mais divertido! 
As rotinas instalam-se cá em casa de tal forma que parece nunca haver tempo para nada, mas o calendário veio provar que se quisermos arranjamos uns minutos para estarmos todos juntos a fazer coisas muito divertidas.
Aqui ficam em imagens os nossos dias do calendário do advento.

(da esquerda para a direita e de cima para baixo)
1 - Enviar a carta ao Pai Natal
2 - Uma história de Natal
3 - Cantorias (como não dá para colocar vídeo nesta montagem coloquei um enfeite do pinheirinho)
4 - Agradecer ao Menino Jesus com direito a chocolate (os dias preferidos do Baby Boy)
5 - Escolher um presente para oferecer (escolheu um brinquedo que era dele e que ia servir para a maninha)
6 - Caça ao tesouro. Está uma bola com pintarolas escondida no pinheirinho
7 - Jogos em família
8 - A ver quem ganha a jogar o loto
9 - Ver os álbuns de família e conhecer as nossas origens
10 - Ver as estrelas no céu
11 - Mais um chocolate e não esquecer de agradecer ao Menino Jesus aquilo que temos
12 - Iluminações da cidade
13 - Caça ao tesouro. Mais uma bola de chocolate
14 - Picnic junto ao pinheirinho. A nossa pizza night
15 - Escolhemos um brinquedo para doar e continuámos a contagem decrescente
16 - Fotos giras no nosso pinheirinho com acessórios de Natal
17 - Desenhos para pintar. O Baby Boy adora os anões da Branca de Neve
18 - Dia de chocolate e cada vez menos cartinhas no nosso calendário
19 - Fazer bolas de sabão (como estava a chover, aproveitámos a ida a casa da avó para fazê-las na garagem)
20 - Caça ao tesouro. Desta vez, para além do chocolate também encontrámos umas pantufas novas)
21 - A decorar os postais para os avós
22 - Jantar à luz das velas
23 - Histórias de Natal
24 - Bolachinhas para os vizinhos que fomos entregar ao final da tarde
25 - Dia de estar em família

18 de dezembro de 2015

Ser mãe também é...

...começar a cair nas graçolas do Baby Boy.
"Mamã, se falares perdes!"
"Porquê?"
"Perdeste."

17 de dezembro de 2015

Uma peripécia na minha vida

Esta história que vos vou contar não é de alto interesse social, mas decidi partilhar. Costumo contá-la quando estou entre amigos no meio daquelas conversas em que cada um fala sobre coisas engraçadas que já lhes aconteceram.
Tinha eu 18/19 anos e ia a caminho da paragem de autocarro para as aulas na faculdade. Mesmo pertinho de minha casa passei ao lado de um carro que estava estacionado e ele começa a andar e a acompanhar-me. Não olhei, para não dar aso a más interpretações. Mas o carro vinha sempre a "seguir-me" e eu tive que olhar com cara de "mas que vem a ser isto?.....não estava bem estacionado?". E foi aí que percebi....................ups....................não estava ninguém no carro. Por milésimos de segundo ainda pensei que era algum engraçadinho....mas não estava ninguém ali à volta. Aliás, a rua estava deserta. O carro ia direitinho a uma parede, pelo que num ato quase involuntário atirei a minha pasta para o passeio e fiquei a segurar no carro. Sim, leram bem. Coloquei as minhas mãos na frente do carro e fiquei ali à espera que alguém passasse (valeram-me is treinos intensos de andebol que fazia na altura). E fiquei ali uns 5 minutos. Ainda gritei "socooooooorro" (e só de pensar agora na minha figura já me estou a rir), mas de nada valeu. Entretanto aparece um senhor, que por acaso até sabia onde o dono do carro morava. Foi lá chamá-lo. O dono apareceu com cara de dormir, entrou no carro e puxou o travão de mão. Nem obrigada, nem desculpe, nada de nada. Eu já estava a ficar no limite para perder o autocarro e também não estive ali com grandes conversas. Fui o caminho todo a pensar e a achar que aquilo nem tinha acontecido.
Ainda hoje, quando passo naquela rua começo a rir-me sozinha, só de me lembrar desta história.
E por aí, alguém com peripécias engraçadas?!

16 de dezembro de 2015

Ser mãe também é...

...aprender a interpretar arte abstracta. Eu e o Baby Boy estávamos a desenhar. Pedi para desenhar um sol e ele lá fez (uma espécie de quadrado). Depois pedi uma boca e saiu uma linha na horizontal. "E os olhos? " perguntei eu. E ele desenhou duas bolinhas acima da linha. Depois pedi um nariz e ele fez um traço abaixo da boca. "Um nariz em baixo da boca?" disse eu. Muito rapidamente diz ele "Oh mamã, isto não é um nariz, é comida a cair da boca.........."

11 de dezembro de 2015

Ser mãe também é...

...relembrar que quando o nosso bebé (a Baby Girl agora com 5 meses) começa a fazer as suas gracinhas, é como se fizessem a coisa mais espetacular e sensacional do mundo! E é, para mim!
A minha mãe já o tinha feito com o Baby Boy e voltou a fazer com a sua netinha querida. Pergunta à Inês "A menina dança?" e estende a mão. O raio da miúda junta a sua mãozinha minúscula à da minha mãe e fica à espera da música! Ah, e também tem coreografia!
Top. Top. Top. O meu orgulho explode com estas graçolas.

7 de dezembro de 2015

Christmas is coming...

Dezembro vai passando e estamos cada vez mais perto do Natal. Sempre adorei toda a magia e espírito que se vivem nestes dias e que, com muita pena, desaparecem logo a seguir ao dia 25. Pelo menos é isso que sinto! A partir daí já só se pensa no novo ano que vai chegar, o que também é bom.
Eu já ando a tirar ideias para a ceia de Natal. Nada de muitas decorações porque já sei que depois nunca tenho tempo para nada...como é possível!!!! As cores já estão escolhidas e entre IKEA e Continente acho que consigo arranjar o que quero para ficar tudo bonito para uma noite em família.
Velas, guardanapos de pano e um pequeno pormenor na mesa são o suficiente cá em casa.

Imagens do Pinterest

Também já ando a preparar as roupas que os miúdos vão usar nos dias de festa. Não vou resistir a fazer uns pendants :) Acho que não vou conseguir fugir muito ao tradicional, pelo que o xadrez, os vermelhos, os cinzas e os azuis vão estar presentes. Algumas peças já tenho em casa e depois é arranjar uma ou outra que complementem aquilo que tenho em mente.

1. Knot
2. Zippy
3. Knot e Gocco
4. Gocco

Agora é aproveitar bem estes dias em família, sempre com muita saúde e alegria. São mesmo as pequenas coisas que nos fazem felizes, por isso não vale a pena complicar!

1 de dezembro de 2015

O nosso calendário de advento

Este ano decidi que íamos ter um calendário do advento. Como só tinha 2 dias até ao primeiro dia de dezembro, andei a ver o que havia por casa que pudesse servir para o efeito. Lá arranjei uns envelope, um cordel e uma caneta dourada e achei que era o suficiente. Queria colocar alguma decoração no calendário, como ramos de pinheirinho ou bolinhas coloridas, mas a única coisa que arranjei em tempo útil foram umas molinhas natalícias, que usei para assinalar os domingos e o dia de Natal.
Depois andei na internet a pesquisar atividades para fazermos em família, fiz uma lista do que achava possível fazer tendo em conta as rotinas da semana e escrevi em papéis para colocar dentro dos envelopes.



Se servir de motivação ou inspiração a alguém, fica a lista de materiais que utilizei:
- envelopes normais brancos
- cordel
- caneta dourada
- clips
- molas de madeira alusivas ao Natal
- folhas A4, que cortei em 4 partes para escrever as mensagens
- barritas kinder para os dias de chocolate, que são quando o Baby Boy dorme nos avós e não há espaço para atividades
- uma bolas de pintarolas para pendurar no pinheiro e que serão abertas aos domingos
- uns stickers com dinossauros para fazermos postais para os avós
- postais de natal
- folhas impressas em casa com desenhos de natal

E agora algumas ideias para as atividades (algumas repetem-se ao longo do calendário):
- escrever a carta ao Pai Natal
- deixar a carta ao Pai Natal nos CTT
- ler uma história de Natal
- cantar
- aprender um jogo novo: macaquinho chinês
- fazer um pic-nic na sala - pizza night
- percorrer as ruas da cidade para ver a iluminação de Natal
- olhar para o céu para ver as estrelas
- agradecer ao Menino Jesus ter saúde, ter sempre comida em casa, ter brinquedos.....nestes dias de agradecimento há sempre um chocolatinho
- caça ao tesouro - encontrar uma bola de chocolate no pinheirinho
- escrever postais aos avós com os stickers dos dinossauros (uma vez que o Baby Boy ainda não sabe escrever)
- pintar desenhos de Natal
- escolher um brinquedo para doar
- jogo de família: loto infantil
- abrir presentes (para o dia 24 à noite)
- fazer um bolo de chocolate
- fazer bolachinhas para oferecer


Este calendário do advento é o melhor presente que posso oferecer aos meus filhos, sobretudo ao Baby Boy, pois a maninha ainda é muito pequena. Mais momentos em família, tentar incutir o espírito de partilha, agradecer o que temos e claro, uns miminhos doces pelo meio.

E que comece a magia do Natal :)



30 de novembro de 2015

Tarde de filho único

Durante o fim de semana fiquei com uma tarde livre só para mim e para o Baby Boy. Como está cada vez mais difícil conseguir que ele faça a sesta em casa (porque na escola ainda fazem e ele é dos mais dorminhocos) e como agora anoitece mais cedo, decidi ir com ele passear até ao parque. 
Vestimos roupa de desporto e enquanto andou de bicicleta eu corri atrás dele. Saltámos nas folhas, descobrimos o caminho de galhos que indicava a casa dos hipopótamos (esta parte é fictícia, mas eu quase sempre alinho nas histórias imaginárias dele) e passámos ao lado da casa do lobo mau (uma parte sombria de arbustos....mais uma história, claro), que por sinal estava a dormir e não nos viu.
E como o tempo estava tão agradável, ainda fomos andar um bocadinho até à praia. 
Claro que depois de tanto exercício, assim que ele entrou no carro aterrou por completo. Eu não dormi, mas fiquei tão exausta que até pensei "aqui está uma forma mais lúdica de fazer exercício".
Adorei esta experiência de passear só com ele, sem estar preocupada com a logística de andar com a Baby Girl. Gostei de entrar nas aventuras fantásticas que ele cria no seu imaginário e transmite com tanto sentimento e verdade. O tempo foi exclusivo dele. No final, quando eu disse que íamos comprar um gelado, ele agarrou-se à minha perna e disse "mamã, adoro-te muito"......e depois começou aos saltos a cantar "GELADO, GELADO"!
E enquanto não vem a chuva e o frio à séria, há que aproveitar todos os bocadinhos que temos disponíveis para passear ao ar livre.

 




26 de novembro de 2015

Running time

Assim que o médico me deu autorização para o exercício físico após o parto, comecei muito lentamente com as corridas. Mesmo estando de licença de maternidade, parece que o tempo voava e não sobrava muito espaço para o exercício. Desculpas também não faltavam. Mas lá me fui arranjando. Alternava entre parques e marginais, tempo solarengo e de chuva com ventos fortes. Se tinha oportunidade ia sem pensar. Cinco minutos, dez minutos, não importava, tinha era que me mexer.
Depois de vários cenários e horários, com a licença a chegar ao fim e com a imposição de novas rotinas familiares, cheguei à conclusão que logo de manhã cedo é quando me dá mais jeito. E quando digo cedo, é mesmo muiiiiiito cedo. Acordar meia hora antes do habitual, correr, tomar banho e estou pronta para "começar" o dia. Para já ainda não corro muito tempo, por isso às 6h30 estou a (tentar) sair da cama.
E as pessoas que me conhecem perguntam: "E não te custa?". Uiiiiiii, se custa. Então agora com o frio e chuva custa-me muito mesmo, mas é assim ou já sei que durante o resto do dia não vou encontrar espaço para o exercício.

Ontem, ao sair de casa para correr, postei uma imagem no instagram....ainda era de noite! Quando regressei e peguei no telemóvel para finalizar a aplicação da Nike+, tinha comentários de seguidoras que me deixaram emocionada e ainda mais motivada. Não sendo eu uma blogger conhecida da praça, receber mensagens de pessoas que não conheço só me dão mais força para continuar e não achar que isto vai ser em vão. MUITO OBRIGADA, do fundo do coração. Atenção, seguidores que são meus amigos e familiares, também fico super contente quando recebo mensagens vossas, ok? ;)

E agora, três coisinhas que me deram um emporrãozinho extra nestas minhas pequenas corridas. A primeira foi ter ido a uma livraria e passar uma vista de olhos no novo livro da Carolina Patrocínio. Estou a ponderar comprá-lo (ou se alguém me quiser oferecer no Natal..........fica a dica). A segunda foi descarregar a aplicação de corrida da Nike+ que me vai dando um feedback do que vou fazendo: tempo por minuto, kms percorridos, tempo gasto na corrida......e ainda tem uns programas com "treinador" para todo o tipo de atletas e objetivos. Vale a pena! E por fim, inscrevi-me numa caminhada de 5km com o objetivo de ir em corrida. É no final de dezembro e até lá tenho que me preparar!


10 de novembro de 2015

As noites

Poucos dias após a Baby Girl completar os 3 meses, decidimos colocá-la a dormir no seu quarto, que para já também é o quarto do irmão. Apesar de termos um quarto disponível para ela, achamos que a partilha do mesmo espaço entre irmãos tem muitas vantagens.
Antes desta mudança eu estava com alguns receios. Apesar do Baby Boy ainda ser pequeno, 3 anos de diferença nestas idades implica necessidades e rotinas completamente diferentes. E como íamos conseguir adormecer o Baby Boy no quarto dele quando a maninha se deita mais cedo? E se um deles chorar, o outro vai acordar? E para dar o último biberão de leite, o mano não vai acordar?
Bem, questões à parte, arriscamos. Já lá vão 4 semanas e para já não nos podemos queixar....de nada! Ele já sabe que quando entra no quarto a mana já está a dormir e faz o que lhe peço, um barulho baixinho (como quem diz, sussurra). Entretanto adormece e, um pouco mais tarde, o meu marido entra em ação. Vai buscar a Baby Girl e dá o último biberão de leite no nosso quarto, sempre com luz fraquinha e sem a despertar. Volta a colocá-la na cama dela e tem dormido até de manhã. Nem sempre dormem seguido. Ela porque quer a chupeta, ele porque quer água ou acha que já é de manhã. Mas o que é certo é que quando um deles acorda a chamar o outro não desperta, acho que nem dá por isso. Também já tivemos uma ou outra noite um pouco mais atribuladas, mas o saldo é bastante positivo. Vamos ver se assim continua, tudo no bom caminho.
Os quartos de nossa casa não são muito grandes, mas temos espaço suficiente para dormirem juntos, pelo menos até acharmos que cada um precisa do seu próprio espaço ou no caso de algum deles estar a prejudicar frequentemente o sono do outro.

Quando eu era pequena também cheguei a partilhar o quarto com os meus irmãos, pois tinha medo de ficar sozinha no meu. Havia noites em que fazíamos tiro ao peluche, que era basicamente atirar os meus bonecos de uma cama para a outra a tentar acertar uns nos outros. O edredon era o nosso escudo. Era uma animação.
Espero que os meus filhos também tenham peripécias engraçadas para contar e que desenvolvam uma grande amizade, como a que eu tenho com os meus irmãos.

Bons sonhos.





4 de novembro de 2015

Ser mãe também é...

...dizer ao Baby Boy que assim que o episódio de desenhos animados acabar tem que ir dormir e ouvir de seguida "mamã, vai para a cozinha".
WHAT?!?!?!

20 de outubro de 2015

Ser mãe também é...

...ensinar ao Baby Boy que não podemos comprar tudo o que vemos e gostamos. O dinheiro ganha-se com o trabalho e as prioridades não são os bonecos do homem-aranha, a coleção de carros do Hot Wheels e outros brinquedos giros e engraçados, que o nosso amiguinho da escola tem. Algumas vezes ele fica amuado, chateado, irritado também. Confesso que me custa, mas é para bem dele!
E depois, quando acho que o que tento ensinar não tem frutos, o miúdo está na Fnac, pega numa caixa de legos e diz "mamã, quando tiveres muiiiiiito dinheiro, mas só quando tiveres muiiiito, vimos aqui e compramos estes legos, pode ser?" :)
O nosso trabalho como mães nunca é em vão, ou pelo menos eu acredito nisso!

10 de outubro de 2015

A grandeza é relativa

Muitas coisas na nossa vida, senão mesmo todas, são relativas. O que para uns é o melhor, para outros pode ser o pior. E quando às vezes nos deparamos com um problema, se o relativizarmos, podemos perceber que afinal não é assim tão grande. Muita coisa depende do nosso ponto de vista, das nossas expectativas, das nossas vivências, talvez do nosso estado de espírito no momento.
Quantas vezes sonhamos em ter uma casa maior, o último modelo do carro que gostamos, um cartão ilimitado para andarmos sempre na moda e impecavelmente arranjadas, umas férias para a família com tudo do bom e do melhor, no destino mais paradisíaco que possa existir.......o que nós queremos é ter a vida que sempre sonhámos. Depois voltamos à realidade e vemos que a nossa casa pode não ser grande, mas é acolhedora. O carro pode não ser luxuoso, mas leva-nos para onde precisamos. Não esbanjamos dinheiro em roupa, mas também não andamos mal arranjadas. As férias podem ser perto de casa, mas dão para descansar e ganhar energias. E o mais importante de tudo, temos a família connosco, unida, feliz e com saúde. Percebemos que a felicidade está na grandeza do amor e não nas coisas materiais.

E este assunto veio à baila quando há uns dias atrás fomos visitar o Portugal dos Pequenitos. A última vez que lá tinha estado foi há uns 20 e poucos anos e na altura tudo parecia grande. Havia muitas casinhas para visitar e conseguia entrar em todas. A sensação é que passei lá um dia inteiro.
Agora regressei com o Baby Boy e tudo é mais pequeno, desde as réplicas ao espaço onde estão inseridas. Em pouco mais de duas horas deu para ver tudo.
Ele adorou entrar e sair das casinhas, mas principalmente de andar atrás do primo e o primo atrás dele. Foi uma manhã diferente e ainda consegui umas fotos parecidas com as que lá tirei há uns anos para depois compararmos.



3 de outubro de 2015

Ser mãe também é...

...sair de casa em cima da hora para levar o Baby Boy à escolinha, arrancar e.......20 metros à frente ouvir "mamã, esqueceste-te de me apertar o cinto [da cadeirinha auto]".
Ups!!!!!

23 de setembro de 2015

Fim de semana a três

O fim de semana que passou foi dedicado ao Baby Boy e a novas experiências. Há já algum tempo que tínhamos este programa em mente, mas com o pequeno susto que tive às 30 semanas de gravidez decidimos adiar para depois do parto. Deixámos a Baby Girl aos cuidados dos avós e lá fomos para um fim de semana a três.
Começámos com a viagem de avião, a primeira vez para o Baby Boy. Ele ainda não sabe contar, mas todos os dias perguntava se era amanhã que íamos andar de avião. E o que ele adorou. Delirou com os aviões na pista, com o cinto que abre e fecha, com a descolagem, as janelas pequeninas, a mesa que desce, o barulho do trem de aterragem e a manga que nos leva até ao aeroporto. No regresso ao Porto ainda teve a sorte de ir ao cockpit falar com os pilotos (pena ter ficado envergonhado na hora de tirar uma foto!).
Já em Lisboa, aproveitámos para visitar o Jardim Zoológico. Vimos as zebras, os tigres, as girafas, os leões, os golfinhos, os elefantes, os macacos.....enfim, o delírio com tanto animal. Pena o calor que se fez sentir, que neste caso deixou-nos ainda mais cansados.
No dia seguinte passámos pela Kidzania, já que o Baby Boy está sempre a dizer que vai ser bombeiro e polícia. Foi muito engraçado vê-lo em alguns ambientes de "trabalho". No final queria repetir tudo.....É um espaço muito engraçado e muito bem organizado. Os miúdos podem experimentar imensas profissões, bem como passarem por consumidores. Têm que gerir muito bem o "dinheiro" que recebem logo no início e se quiserem mais têm que trabalhar. Há atividades que só dão para os mais crescidos, mas mesmo assim já deu para passarmos um bom bocado. E ainda tem uma praça da alimentação, o que dá imenso jeito.
Ainda deu tempo para os pastéis de Belém quentinhos e um breve passeio em Belém.
Regressámos a casa cansados, muito cansados, mas também felizes. Ainda tivemos umas aventuras pelo meio, pouco agradáveis, mas que vão ser alvo de muitas gargalhadas.


A partida


No Jardim Zoológico


Na Kidzania



O regresso

15 de setembro de 2015

Voltar à forma pós parto

Lá fora chove muito, o vento sopra na janela e o céu está mesmo triste e cinzento. Hoje não há passeios para ninguém. Só saiu o Baby Boy para a escolinha e o meu marido para trabalhar. Eu tento ficar quentinha e agasalhar bem a Baby Girl, que ainda por cima anda constipada. Já tenho que acender as luzes, senão fica tudo muito escuro. E enquanto o tempo vai passando devagar, eu aproveito para delinear alguns objetivos para os próximos meses. Não que ainda não tivesse pensado neles, mas agora com mais calma. Um deles é voltar à forma, para me sentir ainda melhor (e claro, para a minha roupa voltar a servir toda).

Próxima missão: barriga lisa e coxas tonificadas.

E o que não pode faltar?! Muita água, exercício, legumes e fruta. Isto é sem dúvida o essencial.
Desta vez também decidi comprar um pack de 10 massagens para me ajudar nesta luta, sobretudo no que toca à parte da flacidez. 
Não vai ser de um dia para o outro, mas ando empenhada em seguir algumas regras. Comecei a fazer uma série de 20 abdominais quando me levanto e outra quando me deito e ao jantar já tento reduzir na quantidade da refeição, sobretudo hidratos. A parte dos doces, e agora que passo mais tempo em casa ou a passear pelo shopping, é mais difícil, mas já penso duas vezes antes de atacar um bolo. E a água, ai a água, que me esqueço tantas vezes de beber ......
Como o frigorífico é dos locais onde não passo um dia sem lá ir, decidi deixar lá uns lembretes. Pode ser que assim consiga ser mais exigente comigo mesma!
Agora é seguir as regras e esperar pelos resultados, que ainda vão demorar.


7 de setembro de 2015

Era uma vez na praia...

Já sabia que com um bebé de verão, as idas à praia não seriam propriamente o programa diário, apesar de ser o mais apetecível. Ainda na fase em que amamentava a Baby Girl, experimentei ir uma manhã, logo pela fresca. Ficou à sombra e quando tinha que dar de mamar ia para dentro da barraca de praia, onde tinha mais privacidade e onde sabia que ela estava mais protegida.
Depois de passar em exclusivo para o biberão consegui pisar a areia mais umas três vezes, já sem a Baby Girl, que ficou com o pai ou com os avós. Soube-me maravilhas, nem que tenha sido por curtos períodos de tempo. Todos os anos sinto necessidade de mergulhar nas águas frias do Norte. É uma sensação de libertação enorme.
Hoje de manhã, depois de ver as previsões do tempo, decidi encher a mala do carro com tudo o que era necessário e, depois de deixar o Baby Boy na escola, dei mais um saltinho ao areal. Que silêncio, que tranquilidade. Poucas pessoas, um tempo do melhor que há, uma água ótima e sem ondas. Não fosse ficar dentro da barraca de praia metade do tempo em que lá estive para tratar da Baby Girl e teria sido perfeito para uma manhã de muitos mergulhos e grandes banhos de sol. Ir com um bebé que não pode apanhar sol, que tem que ficar sempre na sombra, bem acomodado na alcofa, e que requer cuidados não é propriamente o ideal de praia, pelo que se o fizer mais vezes ainda este mês está decidido que será a solo e não com a cria. Nem que seja por breves minutos, já que moro perto de uma extensa área balnear. São momentos que me dão energia e que me deixam mais tranquila.
Para o ano já será diferente! 
Este ano, os poucos bocadinhos que consegui ir são melhores que nenhum.






1 de setembro de 2015

Nem sempre é fácil

Um post em tom de desabafo. Nem sempre é fácil ser mãe.
Às vezes olho para as mulheres que não têm filhos e sinto ali uma pontinha de inveja. Começo a relembrar o tempo em que eu não tinha tantos horários a cumprir. Não havia banhos para dar, birras para aturar, crianças para adormecer. Raras eram as vezes em que me levantava durante a noite e não tinha que interromper o jantar umas trinta vezes para colocar a chupeta no bebé. O fim de semana podia ser passado no sofá até ao jantar ou na praia sem estar sempre preocupada com as sombras ou se levo lanche suficiente. As escapadinhas a dois eram marcadas quase na hora, sem me preocupar se os avós estavam disponíveis para tomar conta dos netos. Havia uma liberdade que de um momento para o outro desapareceu e às vezes tenho mesmo saudade de sermos só dois, eu e o meu marido.
E agora que esse tempo já passou penso no que perdi. Mas será que perdi mesmo alguma coisa?! A vida não é melhor nem pior, apenas diferente. Num momento em que tenho tantas coisas boas e só motivos para celebrar, a saudade bate bem forte e parece que sou uma infeliz, o que não é verdade.
E quando penso muitas vezes nestes tempos de mulher sem filhos começo a sentir-me culpada. Mas que raio de mãe sou eu? Tento agarrar-me às coisas boas da maternidade, mas há dias em que nem isso é suficiente. Depois o dia passa e a noite faz desaparecer todos estes pensamentos. Felizmente são sempre pequenos e rápidos.
Acordar e ver um filho sorrir é talvez das coisas mais maravilhosas que já vivi. Parece banal? E é.....é apenas um sorriso, mas que vem carregado de energia e coisas boas. 



25 de agosto de 2015

Os manos

Duas crianças em casa. Ainda me estou a habituar. Tanto está uma calmaria e até parece fácil, como no minuto seguinte instala-se o caos. O Vicente tem sido uma ternura com a irmã. Assim que acorda quer vê-la, adora dar-lhe beijinhos, quando ela chora fica preocupado e até já dá palpites: "tem fominha, mamã", "se calhar dói-lhe a barriguinha"...Pede para pegar nela, diz a toda a gente "é a MINHA maninha" e quandoela se mexe muito pergunta o que se passa.
Faz hoje 7 semanas que a Inês nasceu e ainda é tudo novidade, pelo que os ciúmes ainda devem estar para chegar. Por enquanto, quando ele vê as pessoas a conversar muito com a irmã começa a mostrar os carros que tem ou a pedir para irem brincar com ele. De resto, é só carinhos, que algumas vezes vêm com mais força do que o necessário, pois ele ainda não percebeu que a maninha não é assim tão elástica como parece. Já ela, quando o irmão se aproxima fica sempre desconfiada. Acho que está à espera que ele lhe enfie um dedo no olho ou um carro na testa....
Espero que ao longo dos dias, dos meses e dos anos eles desenvolvam uma grande amizade e cumplicidade e que estejam sempre prontos a apoiarem-se mutuamente, mesmo com algumas desavenças à mistura (possíveis e muito prováveis, sobretudo em idades menores).







20 de agosto de 2015

Amamentar, uma escolha

Pensei algumas vezes se escrevia ou não sobre o tema da amamentação, mais concretamente sobre a minha experiência. Costuma ser um tema polémico e há sempre alguns extremismos. Na minha opinião, cada mulher deve decidir o que for melhor para ela e para o bebé, seja qual for a sua opção. Há quem não queira amamentar assim que o bebé nasça e também há quem amamente até o filho ter 3/4 anos. Depois de ser mãe aprendi a não julgar ou criticar as opções de cada uma, sobretudo relativamente a estes assuntos da maternidade.
Quando o Vicente nasceu o que eu mais queria era amamentar, mas não foi possível por muito tempo. Eu estava infeliz e o meu filho não aumentava de peso como seria de esperar. Entrei num turbilhão de emoções e decidi parar quando estava a começar a entrar em queda livre. Foi um primeiro mês em piloto automático.
Engravidei da Inês e um dos temas em que pensei logo foi precisamente este. A minha primeira decisão foi "não quero amamentar", "não quero passar por tudo outra vez". Depois de muito pensar, de falar com amigas, de me informar e de voltar ao curso de preparação para o parto, decidi dar uma segunda oportunidade. Tentar não custa e queria ver como as coisas corriam. E assim foi!
Na primeira hora a seguir ao parto colocaram a minha bebé ao peito e nas 23 horas seguintes foi preciso muita insistência e paciência, até que ela pegou e muito bem. Mais informada sobre o tema, o regresso a casa foi pacífico. Nunca tive dores, nem problemas no peito, por isso estava tudo a correr bem. A Inês estava a aumentar o peso dentro da normalidade e muito bem de saúde. Acho que mais não podia pedir.
Mas após duas semanas a lutar contra o que realmente sentia, já a Inês tinha 5 semanas, decidi que não queria mais amamentar. Foi uma decisão muito ponderada, com algum sentimento de culpa porque sei todas as vantagens que leite materno tem. Mas depois também tem o eu, o não me sentir bem e estar constantemente a stressar, o não estar a aproveitar a minha filha nesta fase, que por si só já não é das minhas preferidas.
Muitas vezes somos pressionadas pela sociedade, pelos profissionais de saúde, pela família, pelos amigos......não queremos que nos julguem más mães e por isso agimos segundo o que achamos que os outros vão pensar. E acho que foi por isso que demorei a decidir, porque sei que as pessoas mais importantes para mim me apoiam, mas também sei que outras pessoas estão prontas para me apontar o dedo, mesmo que seja baixinho, sem eu estar a ouvir.
Acho que tudo isto me levou a publicar este post. Mesmo sabendo que posso ser muito criticada, queria deixar aqui uma palavra de apoio a quem decide não amamentar. Quando as mães não podem amamentar por alguma motivo que não depende de si é mais fácil conversar sobre o assunto do que dizer simplesmente "eu não quero". Porque não é por isso que vamos ser piores mães, ou que os nossos filhos vão ser mais isto ou aquilo. O mais importante é que mãe e filho estejam bem e que haja sempre muito amor para dar e receber!

13 de agosto de 2015

O regresso a casa

Os primeiros dias em casa com um recém nascido, mesmo sendo mãe pela segunda vez, são sempre um turbilhão de emoções. Acrescentando os baby blues e uma criança ainda pequena e temos dias intensos, cansativos e muito cheios, onde é preciso uma enorme dose de paciência e amor também. 
Como eu já sabia pelo que poderia passar, decidi ser mais ativa, para assim tentar contrariar os sentimentos menos bons. No dia a seguir ao regresso a casa, acordei pela fresca (que remédio!!!), tratei da Baby Girl e deixei-a sob vigilância do pai. Tomei um bom banho, escolhi um modelito giro (e compatível com a amamentação..........o que nem sempre é fácil) e fui comprar revistas. Sair de casa, encontrar os vizinhos e sentir o sol na cara fizeram-me maravilhas.
Desde então, arranjo-me sempre de manhã (maquilhagem incluída, mesmo que muito discreta), vou passear até ao jardim, vou comprar o pão, vou dar um passeio pelo bairro com o Baby Boy......aqui o que interessa é sair e espairecer. Inicialmente deixava a Baby Girl com o pai ou avós por uns minutos, mas agora ela também já nos acompanha. Até já demos um saltinho à praia, sempre com a bebé muito resguardada do sol, claro.
Mesmo assim passei por minutos de choro involuntário e senti que era uma pessoa muito infeliz sem motivo para tal. Parece estranho dizer isto, logo agora que a família aumentou e estamos todos bem!!! São momentos que também podem fazer parte do pós-parto e temos é que tentar minimizá-los, até passarem por completo.
Não faz sentido ficar em casa todo o dia, ainda para mais no verão. E depois também existe o Baby Boy, que precisa gastar energias ao ar livre. Neste momento ainda não domino amamentar em público, pelo que tento sair de casa logo após alimentar a Baby Girl e dou passeios mais curtos.
Tento fazer tudo aquilo que me faça sentir bem (e dentro do que é possível fazer com um recém-nascido) para passar esta fase o melhor possível. Apesar do foco serem os meus filhos, eu também tenho que estar feliz e de bem comigo mesma.
E se puder ajudar alguma mamã na mesma situação é a dica que deixo: não se descurem.....tratem de vocês, mesmo que seja para ficarem em casa, e saiam para um passeio sempre que possam. Vão sentir-se bem melhores!





12 de agosto de 2015

No hospital

Os posts agora têm tendência a convergir para esta nova fase da minha vida: mãe de duas crianças. E começando pelos primeiros dias de Baby Girl venho falar-vos do hospital. Já se sabe que existem diferenças entre hospitais públicos e hospitais privados. Eu frequento os dois e vejo bem que há vantagens e desvantagens nos dois sítios. Quanto a isto acho que cabe a cada um ponderar todos os fatores e decidir o que for melhor para a sua situação.
Quando engravidei novamente voltei a questionar-me onde queria que o parto se realizasse. Felizmente moro praticamente ao lado de vários hospitais, quer públicos como privados e em menos de 5 minutos consigo chegar a pelo menos três. O meu obstetra também trabalha quer no público como no privado. O "problema" estava no estar acompanhada, sobretudo de noite, o que só é possível no privado. Ter alguém comigo, nomeadamente o meu marido, era muito importante, pois da primeira vez senti falta de algum apoio no horário noturno (num hospital público). Mas assim que recebi a notícia que o hospital público da minha área de residência e onde trabalha o meu obstetra tinha iniciado a permissão dos pais 24h/24h acho que nem hesitei. Para além disso é um hospital amigo dos bebés, o que significa que nos dão todo o apoio necessário nas questões da amamentação (algo que não correu bem da primeira vez e que queria tentar novamente).
E assim foi, a Baby Girl nasceu num hospital público, onde fomos muito bem recebidos e orientados, desde o bloco de partos ao internamento; onde tive o meu marido sempre comigo; onde me apoiaram e ajudaram nas primeiras horas com a amamentação; onde tive a sorte de estarem poucas mamãs e por isso ficarmos num quarto só para nós (e onde normalmente estão duas mamãs). Posso dizer que tive uma experiência muiiiiito positiva e sempre acompanhada por ótimos profissionais. Mais não podia pedir.
E para quem tem dúvidas onde ter o seu bebé, o melhor é informar-se sempre de todas as condições de cada hospital e decidir pelo sítio que lhe transmita mais segurança e tranquilidade.


A preparar a chegada da Inês.
A preparar o nosso regresso a casa.


9 de agosto de 2015

Ser mãe também é...

...tirar um bocado de pão do nariz do Baby Boy, pois ele achou que tinha piada encaixá-lo lá!!!!!

27 de julho de 2015

Ataque às pintinhas

A Inês nasceu e no dia seguinte recebeu a visita do Vicente. Arrisco a dizer que ele apaixonou-se por ela, mas isto só depois de abrir o presente que a maninha trouxe. Beijinho para aqui, festinha para ali e um sorriso na cara sempre que olha para umas mãos e uns pés tão pequeninos.
Dois dias depois recebemos a notícia que o primo que anda na creche com o Vicente tem varicela. A primeira coisa que fizemos foi tentar perceber se a Inês podia correr algum risco. Recebemos opiniões diferentes e decidimos seguir os conselhos do pediatra. Como eu já tive varicela, em princípio a Inês estará imune, uma vez que traz os meus anticorpos. Mesmo assim o Vicente deixou de ir à creche e em casa, apesar de não proibirmos o contacto com a irmã, tentámos que fosse o menor número de vezes possível. Lá no fundo, com tanto beijo que ele lhe deu na boca e nos olhos, se tiver que haver contágio já houve (agora esperamos os dias de incubação para perceber se ela está ou não imune!).
Após 15 dias de incubação lá vieram as famosas pintinhas. Felizmente não apareceram muitas e o Vicente não teve praticamente comichão, o que facilita o processo de cicatrização. Apenas aplicámos uma loção antiga (receitada pelo pediatra) à base de produtos naturais, o Caladryl.
Ora, tudo isto baralhou-nos as rotinas por completo. Com a Inês não há rotina, pois ela mama quando lhe apetece e não tem hora marcada. O Vicente em casa dos avós ficou um mimado de primeira, com uma rotina bem diferente da que estava habituado e com muitas saudades de casa. Temos tentado gerir a situação da melhor forma, mas pareceu-nos melhor ele ficar por casa dos avós durante a semana, quando estou sozinha com a Inês, e estar por nossa casa ao fim de semana, que é quando já tenho o apoio do meu marido.
Apesar do pediatra não ter proibido o Vicente de sair de casa, desde que não vá para espaços fechados, o facto do sol poder ser prejudicial para as pintinhas fez com que tanto ele como nós passássemos a maior parte do tempo em casa. E isto em pleno verão é uma chatice. Ele lá se foi aguentando e, se tudo correr bem, ainda esta semana volta para a creche e nós vamos tentar retomar a rotina possível. Amanhã a Inês faz 3 semanas e os passeios também começam a ser cada vez mais frequentes, pois até agora têm sido tímidos e rápidos.
Após o nascimento da nossa Baby Girl não foi o regresso a casa mais esperado, mas cada vez mais temos que nos convencer que não adianta muito planear as coisas, sobretudo com miúdos.
A varicela não é uma doença grave, mas que é muito chata é!


17 de julho de 2015

Welcome Baby Girl

A minha pequena princesa chegou aos nossos braços no dia 7 de julho, com 3340gr e 48cm, eram 23h45. Não entrando em pormenores posso dizer que esta segunda vez correu de forma mais natural e mais rápida. Senti mais as contracções, mas também senti uma maior emoção assim que a vi nascer (talvez porque do Baby Boy entrei numa anemia e não me lembro de muitas coisas). A recuperação está a ser fantástica, pelo menos para já. Tirando um episódio de baixas tensões ainda no hospital, não tenho dores nenhumas e estou a ir ao sítio mais rápido do que esperava. A amamentação também ajuda! Desta vez está a correr melhor, apesar de não achar a coisa mais maravilhosa do mundo. Sentir que tenho alguém assim tão dependente de mim para sobreviver deixa-me com alguns arrepios.
O cansaço acumulado, as noites que nunca são de muitas horas seguidas, uma miúda que não tem horas para se alimentar e outro filho cheio de energia ainda não me deixaram estabelecer uma rotina mais certa, mas espero assim que possível voltar a uma vida mais "normal". Este ano a praia é praticamente uma miragem, mas passeios em família e com os amigos já me fazem falta e não vejo a hora de voltar a estes programas ao ar livre.
Para além disso não me posso esquecer que existe outra criança em casa, que também precisa de atenção, muita atenção. Nestes primeiros dias, o Baby Boy tem passado mais tempo com os avós. Um caso de varicela na creche um dia a seguir ao Baby Boy ter visitado a irmã no hospital, levou-nos a tentar controlar um pouco o contacto entre os dois. Ainda por cima ele adora a irmã. Quer estar sempre a dar-lhe beijinhos, a ver os pézinhos tão pequenos, o narizinho....e faz questão de dizer a toda a gente que a maninha é dele. Se não está a dar-lhe muitos mimos está a mostrar-lhe o homem-aranha (e a saltar com ele em cima dela....ups!) ou a escolher carros para ela "brincar" com ele.
Agora só me falta passar esta fase de baby blues, em que tenho momentos de tristeza e ataques de choro sem motivos. Sei que isto vai tudo passar e vamos começar a entrar no nosso novo ritmo de vida. Agora a nossa família está mais cheia e queremos tentar aproveitar o que de melhor temos.


5 de julho de 2015

Beach boy

O Baby Boy teve 15 dias de praia com a escolinha e adorou. Ir de camioneta, brincar com os amigos, molhar os pés na água com muitas algas, era tudo motivo para grandes histórias (e muita imaginação com os dinossauros que comeram os tubarões da praia).
Nestes dias a logística também foi ligeiramente diferente, pois era necessário levar um pequeno lanche para de manhã. Eu optei por variar entre iogurtes líquidos pequenos, fruta (morangos, cerejas, banana) e bolachas (maria, uns pacotes com dinossauros ou uns ursinhos pequenos de chocolate).
Também pediram uma mochila com tolha, uma garrafa pequena de água, toalha, protetor, uma muda para o caso de se molharem e o lanche. Para não andar muito pesado e porque na praia é só areias acabam por sujar facilmente tudo, consegui encontrar a mochila que procurava: pequena e de plástico. Para levar o lanche uma pequena bolsa térmica que não deixa os alimentos aquecerem. A toalha foi uma sugestão da educadora. Fina e absorvente, pois era apenas para se sentarem a comer o lanche e limpar água e areias. Um saco impermeável para as cuecas e calções molhados e assim não interferia com mais nada dentro da mochila. E ainda as Crocs que são muito mais práticas para tirar e calçar no meio de tanta confusão.
A mochila foi sempre super leve e com tudo o que era necessário. Agora vai servir para levar (alguns) brinquedos quando formos à praia. Quer dizer, eu não sei quando voltarei a ir, mas de certeza que o Baby Boy terá mais oportunidades este verão, com o pai, tios ou avós (e eu fico com muita esperança que ainda comigo também....a ver vamos).

Mochila e saco pirata Imaginarium
Toalha Decathelon
Bolsa térmica pequena carros Smart Lunch
Protetor Uriage
Crocs




4 de julho de 2015

Voltámos ao aquário da cidade

Depois de visitar pela primeira vez o Sea Life, tinha o Baby Boy pouco mais de 6 meses, decidimos voltar lá mais recentemente, pois agora mais crescido tínhamos a certeza que as reacções iam ser completamente diferentes. Foi o delírio total. Peixes coloridos, raias gigantes e tartarugas a passar mesmo por cima de nós......os nemos ali ao vivo e a cores, cavalos marinhos e medusas quese movem para cima e para baixo. Também se assustou com o caimão e os tubarões sempre que se aproximavam dos vidros, mas a visita foi espetacular e o Baby Boy saiu de lá radiante. E nada melhor que vermos os nossos filhos felizes.
É um programa engraçado para se fazer pelo Porto, num dia mais cinzento ou até mesmo no inverno. No início da visita é entregue um questionário e para os adultos ou crianças mais velhas é uma boa forma de aprender algumas curiosidades sobre as espécies que existem neste aquário.
No final podemos encontrar vários artigos  numa loja dedicada ao mar ou então saborear a vista sobre a praia de Matosinhos e o Castelo do Queijo.






3 de julho de 2015

Não um, mas dois baby showers

E eu que não estava a contar fazer nenhum baby shower afinal tive direito a dois. Depois da surpresa do fim de semana não estava de modo algum à espera ser mais uma vez surpreendida. Quando pensava que ia ter um jantar a dois, assim à última hora e avisada pelo meu marido 5 minutos antes, entro em casa e percebo que tinha sido "invadida" por um grupo de amigos. Organizaram-se em dois dias, preparam o jantar, fizeram bolo e tudo! Foi uma agradável surpresa e um final de tarde / noite muito bem passados. Não sei como com tanta agitação emocional (das boas), a Inês ainda não nasceu.
No outro post não referi, mas o fato é que tenho amigos fabulosos, que se interessam e que me fazem sentir como sendo parte da vida deles. Obrigada! Obrigada! Obrigada!
Mais uma vez fiz uns cliques (fraquinhos) com o telemóvel, pois no momento só queria estar a viver tudo ao pormenor.