19 de setembro de 2017

O último ano do Vicente na pré escola

Este é o último ano do Vicente no pré escolar. Tivemos a sorte da educadora decidir ficar mais um ano (uma vez que pela idade já pode pedir para não lhe atribuírem turma) e assim sabermos que ele fica muito bem entregue. O meu miúdo está tão crescido, que interiorizou muito bem o regresso à escola e o final das férias. Foi tudo super normal e pacífico que nem me lembrei de registar o seu primeiro dia (tirei umas fotos atrapalhadas quando o fui buscar à tarde).
Mas o que realmente importa é que ele se sinta integrado e feliz. Já conhece o espaço, os amigos, a educadora e todo o pessoal que lá trabalha, o que ajuda bastante. Espero que ele guarde muitas e boas recordações desta etapa.

Aproveito o tema do post para dizer que a Inês também lá se vai adaptando. Já não fica a chorar. Quando chega de manhã, atira-se para a educadora ou auxiliar e lá vai ela. Meia tristonha, mas lá vai. Já começou a falar mais e após 15 dias decidiu mostrar o seu outro lado mais traquinas. Desatou a bater na cabeça dos outros meninos com os brinquedos da sala. OMG! Onde será que eu já vi isto?

16 de setembro de 2017

Styling - cosmética

As férias já lá vão, os miúdos já estão na escola (creche + pré-escola) e as rotinas começam a afinar-se. Durante os dias de praia e descanso eu fiquei-me apenas pelo básico e necessário. Assim, durante esse período, usei o protector solar 50+ (muiiiito) para a cara e corpo, creme da cara para a noite (pois de dia usei sempre o protector) e o after sun para o corpo. Nada de base, nada de maquilhagem...tudo natural, pois acho que a pele também precisa de algum descanso.
Mas agora com a volta ao trabalho, começo o meu ritual da manhã - creme, base ou cc cream, concealer, sombra e rímel - e depois o ritual da noite - creme de corpo, limpeza da cara e creme da noite para o rosto e outro para os olhos. No que diz respeito a estes produtos, eu sou muito fiel ao que uso. Muito de vez em quando vou experimentando outras marcas, mas se o resultado não for igual ou superior ao do produto que estava a usar, é logo para riscar da lista e voltar ao habitual. Já tive algumas desilusões, mas também já tive surpresas.
Este ano, no que toca a aquisição de roupa e calçado para mim (porque para os miúdos é impensável guardar coisas de um ano para o outro), estou a ponderar comprar muito pouco. E digo isto, porque já sei que não vou resistir a uma ou outra peça. Mas penso que peças maiores como casacos compridos e botas não serão o meu alvo desta temporada, pois acho que não preciso (e estou a tentar pensar assim para não me deixar ir pelo consumismo). 
Este ano vou virar-me para a cosmética. Quer voltar a usar alguns produtos que deixei de usar e também gostava de experimentar outros que me parecem ótimos. Quero voltar ao concealer da MAC, que acho perfeito para tapar os sinais de noites menos boas. Quero muito a manteiga de manga da Body Shop, que tem um poder de hidratação enorme nas minhas pernas e nunca encontrei nenhum  creme igual. Quero fazer mais vezes esfoliação corporal (coisa que me vou esquecendo) e para isso adoro os cheiros e os resultados dos produtos da Rituals. E depois gostava de experimentar o rímel da Dior que promete pestanas como eu gosto - muito volume, por favor -, o batôn da clinique que só de olhar dá vontade de comprar e as paletes de sombras da Clarins (também ando de olho nas paletes da NARS).
Acho que vou deixar algumas coisas para o Pai Natal!!! Eu sei que ainda falta, mas o Vicente já começou a falar na lista dele e eu aproveito o lanço e começo também a minha :)

12 de setembro de 2017

A Inês vai à escola

A Inês fez 2 anos e, entretanto, setembro chegou. Por mais que se saiba que entrar na creche faz parte do crescimento e que há sempre um período de adaptação, custa sempre deixar um filho pela primeira vez no meio de desconhecidos. É verdade que eu já conheço a instituição, que conheço as pessoas. Sei que ela vai estar bem cuidada e vai ser acarinhada. Sei que tenho um relatório à minha espera assim que chego para a ir buscar, mas custa deixá-la. Olhar para aquela cara mega fofa e vê-la com olhar triste.....parte o meu coração. Tento não fazer disto um drama, mas é quase incontornável não sentir ansiedade e curiosidade para saber como se vai adaptar.
O dia chegou e lá fomos nós. Tudo calmo. Deixou vestir a bata, já não foi mau! Assim que entrámos no recinto da creche, foi pelo seu próprio pé. Estava a correr dentro do esperado. Assim que entrámos, tivemos que esperar por outra mãe que estava a falar com a educadora. Não era a educadora da Inês, mas a primeira educadora do Vicente. Uma pessoa que já conhecemos, que gostamos muito e que sabemos que vai receber a nossa filha da melhor maneira possível. Fiquei descansada. Mas a outra mãe que não parava de fazer o relatório completo do filho (este, que já devia estar na sala, porque ali não estava) ?!?! E agora usa estas fraldas, e ao almoço costuma ser assim, e a que horas dão o lanche para eu passar cá e deixar o leite x......não parava de falar! A Inês, sentada no banco da entrada, estava calma e parecia muito segura de si. Nós ali, mesmo ao lado, a pensar se aquela mãe tinha noção de que aquele dia era o primeiro e é sempre complicado para todos! 10 minutos depois ouve-se um bebé chorar numa das salas, e depois outro, e mais outro. A Inês começou a aproximar a mão dela da minha perna. Queria colo e começou com um choro baixinho. Reparei que a educadora queria tratar da entrada dela, mas também não queria mandar embora a outra mãe. Quando a Inês dá sinais, a educadora aproximou-se logo dela (e a outra mãe foi a falar, mas foi embora). Depois disto passaram segundos. Só deu tempo para dizer à Inês "Vais brincar com os meninos e antes do almoço a mãe vem-te buscar". Beijinhos e saída. Ficou a chorar.


Fiquei 2 horas a pensar como estaria. Só quando a fui buscar me disseram que ficou bem, sem choro.
No dia seguinte, a Inês ficou até ao almoço. Precisou de ajuda para a sopa (o normal) e não quis muita comida, nem a maçã.
Chega o terceiro dia e a Inês também fica a chorar. Desta vez ficou até ao lanche. O almoço já foi melhor, dormiu bem a sesta e ao lanche não comeu muito pão, mas bebeu o leite.
No dia seguinte foi o meu marido sozinho levá-la, uma vez que vai ser ele a deixá-la de manhã na creche. Ficou a chorar e quando a fui buscar estava bem. 
Último dia da semana e a Inês ficou.....sem chorar. Passou muito bem o dia.

Retomamos a segunda semana e tem ficado um bocadinho chorona, mas depois o feedback que temos é que fica bem e é um docinho. Espero que ela nunca mostre o seu lado mais malandro!!!!!
Aos pouquinhos ela vai percebendo que faz parte e que ninguém a está a abandonar.
Entretanto, o Vicente também vai começar a escola e as rotinas vão entrar finalmente nos eixos.

11 de setembro de 2017

Férias grandes

Finalmente, as férias grandes. Horários menos rígidos, praia e mais praia e, claro, família. Este ano rumámos novamente até Sesimbra, um sítio onde nos sentimos bem. Tivemos sorte de apanhar sempre dias de sol (mesmo quando em Lisboa chovia torrencialmente). 
Nestes dias fora de casa andamos mais descontraídos. Claro que este estado de espírito é sempre um bocadinho relativo, pois a Inês ainda requer muiiiiiita paciência nas horas de birra e de teimosia. Os miúdos gostam cada vez mais de água. O Vicente passava praticamente todo o tempo no mar e a Inês, apesar de muito medricas no primeiro dia, depois já só queria estar perto da água. As bolas de berlim não faltaram, sobretudo umas maravilhosas que por lá vendem (as light........ah ah ah ah). Na passeata da noite também há sempre um waffle, um crepe ou um churro. Tentámos ir equilibrando. Fez-se o que se pode...eh eh eh!
Ainda deu para fazer umas corridas com o meu marido, coisa que não acontecia há anos (vantagens de irmos com mais família), mas confesso que custava um bocadinho levantar da cama ligeiramente mais cedo! A sorte é que depois de sair e correr na marginal, compensava largamente.
Os dias foram tão simples e tão bons que passaram a voar. Regressámos de coração cheio!


9 de setembro de 2017

Até ao pôr do sol

Antes das férias grandes, apanhámos um de de praia espetacular. Confesso que houve alturas em que o calor até era insuportável. Mas lá nos fomos refrescando como pudemos, sobretudo com a água do mar (que no Norte é bem fresquinha, mas que me sabe tão bem). A Inês acabou por ir fazer a sesta a casa dos avós para estar mais salvaguardada das temperaturas tão altas.
Juntamente com uns amigos, fomos ficando na praia e acabámos por jantar por lá com os miúdos. Foi só ir buscar umas pizzas e toda a gente adorou. Dias destes são mesmo de aproveitar até ao último raio de sol. Não foi o caso, mas quase. E o que sabe bem quebrar a rotina de vez em quando, sobretudo a entrar já em modo de descanso.



17 de agosto de 2017

Styling - férias grandes

Começo aos poucos a preparar as malas para as férias em família. E, no que diz respeito à minha parte, vou colocar peças simples e práticas. Naturalidade e simplicidade, é o que quero. O local para onde vamos não é pretensioso e é bem familiar. De dia vai ser praia e mais praia e de noite, onde já vai estar fresquinho, a habitual passeata após o jantar. 
Quero chinelo no pé e vestidos confortáveis para a praia. Depois à noite, um aconchego para cima para não ter frio.
Para quem também ainda vai férias e quer este espírito, deixo duas sugestões (dia e noite) que eu própria vou seguir. Algumas peças são dos saldos e ainda com tamanhos disponíveis.
Boas férias!


Estilo tropical
  


Estilo náutico

16 de agosto de 2017

Um almoço a dois para repor energias

As férias estão quase a chegar e não vemos a hora de encher o carro com as malas e passar uns dias fora dos sítios habituais. Mas nos entretantos, aproveitámos o feriado e a disponibilidade de avós e tio para cuidar dos miúdos para irmos os dois almoçar. Uau, uma refeição sem filhos...estava mesmo a precisar.
Quem me segue já sabe que sou a favor de momentos a dois, sem filhos. Faz bem ao casal e aos filhos, sobretudo quando ficam no mimo dos avós e do tio que os adora. Por isso, nem me vou alongar mais. Este post é para vos falar do local que escolhemos para almoçar. Não conhecia e fiquei muito agradada.
Apetecia-me um restaurante italiano e nem de propósito, uns dias atrás, em conversa entre amigos, alguém falou no Ciao Bella, na Praia da Aguda (Vila Nova de Gaia). Decidimos ir investigar. A praia é muito cosy, com barquinhos de pesca e um mini farol. É tudo muito acolhedor e fiquei surpreendida com o número de pequenas casinhas graciosamente recuperadas. Comecei logo a pensar que era um ótimo local para casa de fins de semana / mini-férias. Por ruas muito estreitas e sempre com sabor a maresia, fomos dar a um pequeno largo (junto aos Bombeiros), com o mercado do peixe, uma frutaria, confeitarias e restaurantes.
O almoço foi muito agradável. O restaurante não é grande, mas é muito acolhedor e tem esplanada quase em cima da areia. A decoração é virada para o mar e a praia. A pizza e a massa estavam boas...e nem conseguimos ir para as sobremesas.
Ao sair, ainda passámos na confeitaria Rei dos Croissants. O nome era tão sugestivo que fomos ver pelos nossos próprios olhos. Os croissants tinham bom aspeto, mas as bolas de berlim fizeram as nossas delícias. Trouxemos os dois. Fiquei-me pela bola de berlim e adorei. Muito boa (mas ainda nenhuma bateu as de Sesimbra).
E assim ficámos com baterias para os poucos dias que faltam até entrarmos em modo de sreensaver.

As fotos possíveis!!!!!!

11 de agosto de 2017

A uma semana......and counting!

A uma semana das tão esperadas férias grandes, apesar de neste momento, os dias que ainda faltam soarem a eternidades. Estou mesmo no limiar!!!!!  As nossas mini-férias de abril parece que já foram o ano passado. Já vi colegas irem e regressarem de férias duas vezes. Acho que no próximo ano tenho que analisar a distribuição das férias de outra forma (como é possível eu já estar a fazer planos para o próximo ano e ainda nem tirei as férias deste.......acho que isto é claro um sinal de que estou mesmo a precisar de umas semanas de descanso).
E enquanto não chegam os dias de biquini e chinelo no pé, vamos aproveitando a praias próximas de casa. É certo que tem estado vento, mas nada que uma família do Norte não aguente de para-vento e guarda-sol (onde se está muito bem, por sinal).
Dizem que este fim de semana vai estar solarengo e com as temperaturas a subir.....por isso, é mesmo de aproveitar!

Fotos de outro fim de semana na praia. Tão bom!

2 de agosto de 2017

As férias dos miúdos

A Inês ainda não anda na creche, por isso, está sempre de férias. Já o Vicente, com a mudança para a nova escola, começou a ter as tão esperadas / temidas (depende do ponto de vista) férias grandes....de quase 3 meses.
A primeira opção é sempre: avós. Tem duas avós disponíveis e por isso não há muito em que pensar. Mas agora que me deparo com um filho em casa tanto tempo, percebo que é muito bom estar com as avós, mas também é bom para ele experimentar sítios novos, experiências diferentes e estar com miúdos da idade dele.
Comecei a pesquisar campos de férias perto de casa. Mas para 5 anos posso dizer que não é tarefa fácil. É praticamente tudo a partir dos 6 ou 9 anos. Encontrei uns workshops muito engraçados, mas por falta de participantes não se realizaram.
Entretanto, vi as férias no Zoo da Maia e decidi perguntar se não aceitavam crianças com 5 anos (já que o limite mínimo, mais uma vez, era 6 anos). Como o Vicente é autónomo, o Zoo aceitou a sua inscrição e ele esteve lá uma semana, de manhã até ao final da tarde. Andou de cavalo, deu comida aos animais, teve ateliers de pintura, plasticina e muitas outras atividades. Foi sozinho, sem conhecer ninguém, sempre super entusiasmado. No final, o balanço é positivo, mas reparei que não haver muitos miúdos da idade dele, levaram-no a dizer uma ou outra vez que aquilo "era uma treta" (não sei onde raio foi ouvir esta expressão). Mas vinha sempre feliz e MUITO cansado. Estas experiências também lhe fazem bem, a vários níveis.
Agora vai continuar em casa das avós, alternando nos dias. Tem legos para montar, uma estufa de morangos para plantar e ainda lhe comprei um livro de atividades (do género deste) para ir alternando com as outras coisas.
Sempre que é possível, anda na rua. A jogar à bola, a brincar ao macaquinho chinês, a passear com as avós, a tirar fotos aos gatos, qualquer coisa serve para passar tempo ao ar livre. Quando o primo está por casa também brincam os dois juntos e é uma alegria.
Para o ano não quero que o Vicente tenha as férias escolares completamente preenchidas com outras atividades, pois acho que estar com os avós e, às vezes, não ter nada para fazer, também fazem parte do crescimento e são momentos muito importantes. No entanto, vou ter que procurar uma a duas atividades para ele não estar sempre no mesmo sítio, a fazer as mesmas coisas, com as mesmas pessoas....e TANTO tempo!
Por aí, também há mães na mesma situação? Que soluções encontraram!?


1 de agosto de 2017

Poupado, Saudável ou apenas...Criança?

Para as férias de verão do Vicente, tenho tentado proporcionar-lhe novas experiências. Não tem sido fácil (mas isto é tema para outro post), pelo que tem passado a maior parte do tempo com os avós. Mesmo saindo para passear, passa muito tempo em casa. Quando vi uma estufa de morangos achei que era uma forma diferente de passar tantas horas em casa. 
Ele achou logo piada. Está sempre a pedir-me para fazermos uma horta em casa (e eu acho uma excelente ideia, também já pensei nisso imensas vezes, mas ainda não coloquei mãos à obra). Desta vez o entusiasmo foi tanto que me disse muito rapidamente:
"Podemos plantar tomates, cenouras........e batatas. Assim não precisamos de comprar batatas. Podemos semear tudo o que precisamos para comer e depois já não precisamos mais ir ao supermercado. Não era fixe?! Pegamos num ancinho, alisamos a terra, fazemos um buraquinho, colocamos a semente, alisamos a terra, regamos e as coisas nascem. Que fixe, não achas?!"
Eu disse logo que sim, que era uma ótima ideia. Prometi estudar o caso para começarmos, aos pouquinhos, a semear legumes e ervas aromáticas no nosso jardim.
E o Vicente continuou:
"Mãe, se não formos ao supermercado comprar as coisas que plantarmos em casa, já não gastamos dinheiro em comida."
E eu pensei em como o meu filho tem uma visão tão boa do seu planeta, tão sustentável!!!!
Mas o Vicente continuou:
"Mãe, tu já viste que fixe?! Não gastamos dinheiro em comida.......e assim vamos ter muiiiiito dinheiro para comprar brinquedos......!!!!!!"
Ahahahahaha, esperto, o miúdo. Isto porque sempre que ele pede brinquedos, eu digo que primeiro temos que comprar a comida e pagar as contas da casa....e só depois, se sobrar (eu digo-lhe quase sempre que nunca sobra...eheheheh), é que podemos comprar um brinquedo...e dos baratos!!!!!